Não há nada como o primeiro impacto. Ou o sexto sentido diz-me... ou há qualquer coisa que não bate certo... Há uma série de frases que servem de muleta para justificar a escolha de um determinado perfil do LinkedIn em detrimento de outro, quando muitas vezes a formação ou experiência profissional de ambos é semelhante.

Não é novidade que a imagem tem um aspeto relevante na primeira impressão de recrutadores ou potenciais clientes que possam visitar o nosso perfil, mas esta avaliação já não é algo vago e apresenta fundamentos científicos.

A Cognição Social emerge a meados dos 70's, com o objectivo de analisar a percepção que temos de nós próprios e dos outros, e como é que essas percepções permitem avaliar o comportamento social. Estudos comprovam que através de uma foto se pode destacar vários traços de personalidade e qualidades das pessoas. Numa sociedade cada vez mais exigente em termos de imagem, a aparência física e facial está relacionada diretamente com a credibilidade, honestidade, agressividade entre outros traços de personalidade.

Não se trata de uma questão dos padrões de beleza que a publicidade dita, mas sim da atitude e dos cuidados a ter com a fotografia, motivo pelo qual criei este post onde resumo as principais dicas para melhorar a sua imagem no Linkedin.

Vamos a um pequeno teste. Se procurasse um profissional  qual dos perfis abaixo teria mais probabilidades de ser visualizado em detalhe?

Não há dúvida que seria o do Pedro, à esquerda, e não o meu. Certamente respondeu à minha pergunta sem questionar qual seria o perfil académico ou profissional. Simplesmente tomou uma opção em função da fotografia de perfil. Não sinta remorsos, o Pedro tem um excelente perfil, e a foto cumpriu a sua função. 

Então vamos a isso:

1. Fundo liso

Para obter um impacto forte e ficar na mente de quem observa o seu perfil, deve evitar distrações. Esqueça ambientes confusos e limite-se a ser fotografado com uma parede lisa como fundo ou utilizando grandes aberturas, tornando o fundo desfocado e com o mínimo de padrões.

2. Indumentária e acessórios

É comum o critério de avaliação de um retrato estar associado às emoções que o mesmo nos proporciona, assim como as memórias associadas ao momento em que foi tirada a fotografia. Temos de nos abstrair desse mecanismo de percepção e compreender o que é importante para quem avalia o perfil.

Novamente devemos evitar elementos de distração, cores saturadas, padrões, acessórios que não utilizaríamos numa entrevista ou no local de trabalho. Mesmo a maquilhagem excessiva pode ter um efeito negativo.

Pode fazer sentido utilizar uma peça de trabalho específica da sua profissão. 

3. Selfies não

Há currículos invejáveis no Linkedin mas acabam por não ser descobertos por causa da foto. Invista numa foto com um mínimo de qualidade, procure alguém que a possa tirar, libertando os braços e a expressão de quem está a realizar uma tarefa.

O exemplo do teste penso que já é autoexplicativo, mas a isto temos de acrescer a falta a de qualidade da câmara frontal.

A não ser que saiba o que está a fazer, evite o contra-luz, procure uma janela e uma parede lisa e tire partido da luz natural. 

4. Expressão

Provavelmente o ponto mais importante deste artigo e a resposta é mais simples do que parece: Sorria.

Sorria com os olhos, mostre que é uma pessoa acessível. Já lá vai o tempo em que um bom profissional era uma pessoa sisuda. 

Os RH passaram de ser uma direção que faz parte da estrutura de uma empresa para estar diretamente ligada à Administração e desempenhar um papel fundamental nos resultados, derivado da motivação das equipas. Acredite, as características de interação social são um ponto forte hoje em dia.

Procure sempre o contacto visual com a objetiva, neste caso, com o potencial cliente. Em caso de dificuldade em "contornar" a objetiva, desvie o olhar e procure a câmara, esse momento é mais natural.

5. Trabalhe a foto

Não, não estou a dizer edite a foto. Evite os famosos filtros de Instagram ou de outra app de telemóvel. Trabalhe a imagem para tirar o máximo proveito do espaço que o Linkedin nos permite utilizar. Na foto de perfil, a cara deve ocupar pelo menos 60% da área da imagem, procuramos transmitir a expressão facial e não a indumentária. 

Se achar que vale a pena contratar um profissional para trabalhar a sua imagem, não hesite em espreitar os Retratistas em www.osretratistas.com e solicitar um orçamento ou consultar os open days na página de facebook.

Fui desafiado a escolher 5 presentes para este Natal relacionadas com fotografia, para dar a amigos e familiares que tenham um gostinho especial pela fotografia.

Então, vamos a isso.

1001 Photographs you must see before you die.

No mesmo registo de outras publicações da editora, quer seja na música como no cinema, esta edição é basta, abrangendo desde 1826 até as eleições do Trump em 2016 contempla os grandes nomes da fotografia a nível global, organizados cronologicamente e enquadrados historicamente.

Encontrei a semana passada na Fnac do CascaiShopping por 17 euros, disponível online aqui.

Câmaras Mirrorless Fujifilm

Apresentação Fujifilm X-T20 from Pau Storch on Vimeo.

Não é novidade que sou fã deste formato, com uma linha de lentes e corpos excelente, permitindo adaptar ao budget e necessidades de cada um. Trabalho com a Fujifilm X-T2 e a GFX50s 

Descobri este formato e modelos para contornar o peso e dimensões do equipamento que utilizo em estúdio, permitindo ter mais fotos da minha família, viagens ou momentos onde estes modelos estão sempre num bolso ou numa mochila.

Para famílias recomendo vivamente a X-T20 que a um preço competitivo, para mim é a melhor câmara de fotografia para famílias. Tive a oportunidade de fazer uma review com a Ana Lemos e uma apresentação na Colorfoto, que podem ver aqui.

Vouchers

Tenho ao longo do ano disponíveis vouchers para sessões e workshops, tendo já em Janeiro e Fevereiro três workshops disponíveis, um de fotografia em família, com datas em Lisboa e Porto e um de edição em Adobe Lightroom, em Lisboa. Os programas estão disponíveis aqui.

As sessões encontram-se disponíveis aqui e podem ser adquiridos online, vou voucher físico ou para os que deixaram as compras para a última, em formato Acrobat PDF, podendo imprimir no trabalho ou em casa.

Impressora Canon Selphy CP1200

Em tempos alertei na página de Facebook para o risco de perder as memórias físicas da nossa família, do crescimento dos nossos filhos ou dos nossos pais. Não é assim tão difícil ver que as paredes ou mobiliário está cada vez mais despido de fotografia, circulando estas apenas nas redes sociais e desaparecendo num telemóvel dentro de uma caixa de arroz.

A Canon apresenta a Selphy CP1200  uma solução portátil, de impressão de fotografias em papel fotográfico 10x15 cm. Com ligação USB, Wi-fi, leitor de cartões SD e software para iOS e Android, torna-se a solução completa para passar as fotografias do digital para o papel.

Os consumíveis apresentam kits de 54 e 108 fotografias, que pelo formato de link ribbon, é impossível ficar sem tinteiros a meio.

Annie Leibovitz Masterclass

Vou a meio. É fascinante como nos dias que correm podemos ter acesso aos ensinamentos de uma das maiores fotógrafas de sempre, disponível online através de 14 vídeos, documentação em formato Acrobat PDF e tudo por 75 dólares. Disponível aqui, existe a possibilidade de adquirir em voucher.

Este ano vou fazer 40 anos. Está a ser um ano de mudança, de entrar nos entas, de mudança de casa, de estúdio, de equipamento de iluminação, de máquinas, de conceitos. De querer mais, mas também de cometer erros, de recomeçar, de procurar consistência e maturidade. De uma coisa estou certo, de crescer com a equipa que formei e sem a qual não chegaria aqui, que já são família, da Sara e da Raquel. Obrigado minha gente.

2017 Highlights Pau Storch from Pau Storch on Vimeo.

17 e 24 de Fevereiro // Porto // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

17 e 24 de Fevereiro // Porto // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

AUDIÊNCIA

Entusiastas da fotografia e fotógrafos amadores que procurem assentar as noções básicas de fotografia, manipulação de uma máquina fotográfica, assim como do workflow de edição. A audiência deve estar familiarizada com uma DSLR e ter equipamento próprio e um computador portátil.

OBJETIVOS

Este workshop de nível introdutório visa introduzir os conceitos básicos de composição, enquadramento e composição. A vertente prática será realizada com a família como elemento de captação.

PROGRAMA

DIA 13

10:00 Boas-vindas

10:30 - 13:00 Teoria da fotografia e composição Almoço

14:30 - 17:00 Operar a máquina fotográfica

17:00 - 18:00 Exercícios práticos: fotos em interior 

DIA 20 

10:00 Introdução workflow digital 

11:00 - 13:00 Exercícios práticos: sessão em exterior 

 Almoço 

14:30 - 17:00 Workflow e edição de fotografia 

17:00 - 18:00 Esclarecimento de questões e avaliação de conhecimentos adquiridos

Os vouchers acabam por ser um prenda original e diferente, numa época de consumo exacerbado como é o Natal, acabamos por "despachar" os familiares e amigos com a primeira coisa que identificamos com a pessoa num Centro Comercial e não necessariamente a ideal.

Este ano preparei dois workshops para Janeiro/Fevereiro, nomeadamente de introdução à fotografia e de edição em Adobe Lightroom Classic. Pode ver os programas em detalhe aqui

No workshop de introdução à fotografia vamos falar da teoria de forma minimalista e passar à pratica com exercícios de interior, com flash e exterior, assim como falar de técnicas para despertar a atenção dos mais pequenos, a escolha do spot ou dos cuidados a ter com a indumentária. Vão ser dois sábados de workshop.

O workshop de Adobe Lightroom já é completamente dedicado à edição neste software e vamos, durante dois sábados, aprofundar desde a importação e backup à exportação do álbum ou fotos para imprimir, passando pela seleção e edição.

Os vouchers de sessões fotográficas estão disponíveis para consulta aqui. Este ano resolvi criar o voucher avós, pois raramente pensamos na alegria que os avós têm de ter uma sessão dedicada a eles, com os netos, criando memórias únicas.

Os vouchers podem ser enviados em formato físico ou através de link para descarregar o pdf. Para os adquirir ou esclarecer alguma questão, deve contactar-nos através do e-mail info@paustorch.com.

Das primeiras impressões, posso dizer que estou ainda em choque, mesmo depois de ter testado a X-T2 na apresentação na Colorfoto, não é a mesma coisa sair para o terreno com ela e perceber realmente as diferenças em situações reais.

A primeira câmara do meu pai, a foto do dia que tomou a primeira cerveja e a Fujifilm X-T2.

Recentemente decidi dar o salto da Fujifilm X-T1 para a X-T2. Demorou, sempre achei que esta loucura de salta de geração em geração de um modelo do que for era um mero ato de consumismo. Em conversas com a Vera Marmelo percebi que não se tratava de um nova geração com a melhoria de algumas características, mas sim de um salto enorme, de aproximar mais ainda o formato Mirrorless das características indispensáveis de uma DSLR.

Santi, Fujifilm X-T2 com a 56mm 1.2

Vamos então ver as principais diferenças que senti entre os dois modelos. Nem vale a pena falar das características típicas deste tipo de upgrade, como a migração para o mesmo sensor da X-Pro2, a passagem de 16 para 24 megapixels, tudo num incremento de 67 gramas e 4mm em cada eixo, mantendo a mesma portabilidade.

Boost Performance Mode - apesar de incrementar o consumo de bateria, e por isso foi acrescentada a possibilidade de habilitar e desabilitar esta opção, este modo diminui o tempo de focagem de 0,08 seg. para 0,06 seg. e incremente o frame rate do EVF de 60ftps para 100fps, permitindo uma maior resposta em situações onde o timing do click é crucial.

Velocidades - a velocidade de obturador duplicar, passando de 1/4000 para 1/8000 é algo que faz a diferença para quem procura câmaras neste segmento, assim como a passagem do ISO de 6400 para 12800 (mantendo a extensão para 51200) e a compensação de exposição de -/+3EV to -/+5EV. Foi uma agradável surpresa a passagem da velocidade de sync do flash de 1/180 para 1/250. Outra boa notícia deste ano foi a saída do Air Remote da Profoto para Fuji permitindo HSS, como já vinha a ser indispensável no meu trabalho com Nikon e Canon.

Fuji X-T1

LCD Screen - apesar de fisicamente não haver grandes diferenças, mantendo o tamanho, resolução e não ser touch screen, como o da geração anterior, agora não apresenta movimento só num eixo, mas em dois, permitindo que não tenha de subir cadeiras para planos picados em portrait mode. Não, ainda não faz o modo selfies, mas também acredito que não seja algo que procuramos num modelo desta gama.

Autofoco - Levou um belo upgrade, de 49 pontos de foco para 91, quando configurada em modo de zona e 325 pontos em modo pontual. A cobertura da deteção de fase contempla uma área de 40% e a área por foco por contraste é de 65%. E aqui é onde noto a maior diferença entre os dois modelos, o tempo de focagem e precisão melhoraram substancialmente.

A Fujifilm X-T2 está disponível na Colorfoto e não se esqueçam que ainda decorre a campanha de reembolso da marca, disponível aqui.

3 Gerações

Confesso que as sessões de Natal já não me empolgavam como em anos anteriores. Apesar da procura ser grande, sentia ter esgotado as ideas para sessões em ambiente de estúdio. Já fotografei em lojas, estúdio, hotéis, procurando sempre diversificar, aportar algo novo de ano para ano. Este ano resolvi arriscar algo diferente, trazer ao imaginário das crianças aquilo que mais é associado ao Natal, graças as campanhas de comunicação de marcas e produtos: a neve.

Desafiei a Ana Lemos e as 3 C's para uma sessão e o resultado foi muito acima do que tinha em mente, ficaram radiantes com a possibilidade de ver neve, trazendo para a sessão expressões de pura alegria. Podem ver o resultado em primeira pessoa no link do blog Cacomae - http://cacomae.pt/cai-neve/

O tipo de sessão difere da típica sessão de Natal, de fundos claros, grande bokeh e posturas para o retrato, passando para fotos com um cunho mais emocional, do contacto com a neve. Os cenários vão ser de exterior e minimalistas, estando todo o foco na indumentária da família, que deve ser de inverno, para fazer sentido na foto.

A sessão contempla 10 fotos editadas e tem um custo de 90 euros, sendo executadas de 30 em 30 minutos por família. As últimas sessões vão realizar-se no dia 17 de Dezembro no Hotel Real Palácio em Lisboa.

As reservas devem ser realizadas por e-mail para sara@paustorch.com e vão obedecer a disponibilidade de horário e ordem de chegada dos pedidos.

Caso pretenda reservar o brunch, sugerimos que usem o código BRUNCH PAU STORCH e contactem diretamente com o Hotel Real Palácio através dos contactos 213 199 500 ou manuel.santos@hoteisreal.com para processar a reserva.

O Hotel tem estacionamento pago, mas que pode facilitar uma vez que se trata de uma zona central de Lisboa, morada Rua Tomás Ribeiro 115 1050-228 Lisboa - Portugal

Fez agora um ano que trabalho com a Sara Falcão, pessoa que veio estagiar para o estúdio e que hoje sabe antecipar cada passo que dou, seja a fotografar, editar ou a entrar em contacto com clientes e fornecedores.

Podia dizer mil e uma coisas sobre a capacidade vontade e talento desta miúda, mas acho que o que melhor define o que se construiu em tão pouco tempo é que parece que trabalhamos há anos, que hoje não sei como teria chegado a produzir coisas tão maravilhosas nestes últimos tempos, sem contacto com o apoio da Sara.

Se a tivesse de definir numa linha, era mais ou menos assim: Detentora de falanges enormes, viciada em gatos e t-shirts maradas, devora comida como uma equipa de futebol inteira e parece que passa fome, ouve Foo Fighters em loop e tem medo de represálias ao ouvir humor negro. Lol, é bem disposta, sempre preparada para dar o litro e tem um cuidado com o detalhe fora do normal.

Podia só ser isso, mais uma pessoa que passou pelo estúdio, mas por a, b ou c, seguiu o seu caminho, mas não, tornou-se indispensável, para além de uma assistente de topo, é uma fotógrafa, editora de mão cheia. Vão dar uma volta pelo instagram e vão ver que não minto.

Que vamos fazer para o ano? Ui, tanta coisa, elevar a fasquia, inovar mas acima de tudo, tornar esta amizade ainda mais forte. Obrigado mana <3.

O catálogo de Lightroom é desconhecido de muitos fotógrafos, passando desapercebido até o dia em que falha, perdendo-se assim horas e horas de edição ou meses de catalogação dos ficheiros, que apesar de não ser a perda dos ficheiros das fotografias, pode implicar uma perda enorme de tempo voltar a editar e catalogar todo o material.

O que é um catálogo de Lightroom?

Ao contrário do Adobe Photoshop, onde abrimos ficheiros a ficheiro as imagens e trabalhamos cada ficheiro de forma independente e toda a informação, sejam layers, metadados ou o color profile ficam embebidos no arquivo, o Adobe Photoshop Lightroom (LR) é um sistema não destrutivo, isto é, não altera os ficheiros originais das imagens (salvo em raras situações).

A esta informação devemos acrescentar todo o potencial do LR de catalogação com filtragem por coleções, cores ou estrelas, palavras-chave e alteração de metadados que não sendo exclusivos de um ficheiro, agregam sim vários para a sua filtragem. Pois bem, toda esta informação é guardada num catálogo de LR. 

O Catálogo ocupa dois ficheiros no disco ou um e uma folder no caso de ser em ambiente Windows e concentra informação sobre os ficheiros de fotos que fazem parte do mesmo, agregados através da funcionalidade de import, contempla toda a informação de catalogação e filtragem, assim como toda a informação relativa a edições realizadas no LR.

O meu LR não tem catálogos? Oiço esta frase com alguma frequência em Workshops e reforça o início deste post, há pessoas que desconhecem o catálogo. O catálogo é o chamado contexto, isto é, o LR não pode estar aberto sem ter um catálogo aberto.

O catálogo onde nos encontramos está visível na barra de topo da aplicação. Não se admire se diz Default Catalog e há meses ou anos que tem catalogado milhares de imagens no mesmo catálogo. Acontece.

Se assim for, acabamos de abrir toda um novo mundo, onde pode ter um catálogo com 300 imagens sobre um tópico (ex. viagem aos açores 2017) e não um catálogo com 30.000 imagens onde criou uma coleção intitulada viagem aos açores 2017, deixando de rogar pragas ao número limitado de keywords, de estrelas e filtros que tinha de inventar para visualizar apenas fotos daquele viagem aos açores.

Separar em catálogos

Se faz um uso a título pessoal do LR e coloca todo o material da sua família por exemplo, não faz sentido segmentar em catálogos, perdendo tempo na passagem de um para o outro e com a impossibilidade de reunir fotos de dois eventos no mesmo contexto.

Se faz um uso profissional e encontra-se na situação de ter um catálogo com 30.000, aconselho vivamente a separar os catálogos por tópico, cliente ou sessão.

Mas há forma de fazer isso sem perder todo o trabalho de catalogação e edição já realizado? Há, seleciona-se as imagens que pretende na barra inferior de pré-visualização e depois utilização a função exportar como catálogo.

Atenção ao utilizar esta funcionalidade, pois se indiciar na janela de contexto que pretende exportar os negativos, irá duplicar as imagens no disco.

Backups do catálogo

Toda esta introdução foi para chegar a este ponto. Geralmente temos os brutos com backups, com o medo de perder as fotografias, mas negligenciamos o backup dos catálogos.

Aquela janela "chata" quando vamos passar de um catálogo para outro a pedir um backup acaba por ser normalmente negligenciada, devido aos efeitos da falta de tempo nesta profissão, onde se estamos a ir para outro catálogo é porque precisamos editar algo ASAP. Para quem desconhecia o conceito de catálogo, esta questão nem se colocar, ficando já a saber que o LR relembra de fazer backups.

Outros tinham medo desta janela por questões de espaço e por nunca ter ligo a primeira linha. "Ah, pensava que fazia backups das fotos e isso eu já faço manualmente", também é uma frase que oiço com regularidade. Testar a integridade e optimizar o catálogo, são duas tarefas essencial antes de fazer o backup, que de preferência deve ser para outro disco.

Devo sempre sobrepor o backup com a última versão?

Não. Deixe duas ou três versões e vá apagando as anteriores.

Se estamos a ir ao backup é porque algo correu mal. Se já fiz backup do que correu mal por cima do backup, não há backup. A frase é horrenda, mas faz todo o sentido. Se por lapso apagar as fotos do Lightroom, perde todo o histórico de edições e, mesmo que tenha os ficheiros originais, perdeu a edição.

Ok, ignorei o tópico anterior e tenho um catálogo vazio. E agora?

Agora temos um problema. Problema com o que me defrontei esta manhã, um catálogo com meses de muito trabalho de uma amiga. O catálogo não dava erro ao abrir, tinha coleções com localizações de viagens entre outros indícios de ter tido muitas fotografias e trabalho.

Tendo esgotado opções de recuperação no LR, fui à procura de mais informação sobre a estrutura do catálogo e para a minha surpresa, é uma base de dados.

Para quem já trabalhou com bases de dados, desde um Microsoft Access a uma base de dados Oracle, já tem mais do que conhecimentos para "dar uns toques". Um ficheiro de sufixo lrcat é uma base de dados SQLite, onde renomeando o ficheiro e com um frontend podemos logo começar a realizar queries à base de dados.

Sim, isto é mesmo muito geek e nenhum fotógrafo deveria ter conhecimentos disto, por isso não se assuste se parecer chinês, procure ajuda de um amigo eng informático, vulgo instalador de sistemas operativos e anti-vírus da família e peça ajuda, pode ser que se recupere alguma coisa. Há alguma informação na internet sobre o schema e conteúdos das tabelas, assim como algumas queries. Boa sorte!

Este ano decidi tentar criar algo diferente, como já tinha explicado aqui aquando do lançamento das Sessões de Natal em Lisboa. Depois de duas datas em Lisboa, chegou a altura de levar este imaginário para o Porto.

Fiz uma primeiras sessão de testes no Horto do Campo Grande com a Ana Lemos e as C's do blog Cacomae e fiquei super entusiasmado com o efeito que a envolveria tinha nas crianças, no seu imaginário. Com base nisso obtive este resultado que não se explica em palavras.

Infelizmente por motivos logísticos tive de optar por realizar as sessões em Hotéis, onde os resultados variaram, mas felizmente para situações diferentes e não piores.

O tipo de sessão difere da típica sessão de Natal, de fundos claros, grande bokeh e posturas para o retrato, passando para fotos com um cunho mais emocional, do contacto com a neve. Os cenários vão ser minimalistas, estando todo o foco na indumentária da família, que deve ser de inverno, para fazer sentido na foto.   

A sessão contempla 10 fotos editadas e tem um custo de 90 euros, sendo executadas de 30 em 30 minutos por família. As sessões vão ser realizadas dia 8 de Dezembro na Scholé, em Matosinhos. 

As sessões vão ser realizadas no próximo dia 8 de Dezembro em Matosinhos. As reservas devem ser realizadas por e-mail para sara@magma.pt  e vão obedecer a disponibilidade de horário e ordem de chegada dos pedidos.

Um voucher, no valor integral reverte para a Associação de Solidariedade Social Mercado dos Santos.

Funcionamento:

Uma vez agendada a reserva deve proceder ao pagamento para confirmação da mesma. As reservas são mantidas até 48 horas a aguardar pagamento, ficando libertas após este período para outras famílias no caso de não ser processado o pagamento.

A seguir apresentamos a morada e respetivo mapa. Agradecemos que chegam 10 minutos antes para não haver atrasos. As foto são enviadas por link para download 6 dias úteis após as sessões.

Scholé, Rua do Godinho 618, 4450 Matosinhos

No passado sábado, realizei com Ana Lemos do Blog Cacomae a apresentação da Fujifilm X-T20 na Academia da Colorfoto, a que para mim é a câmara ideal para a fotografia em família.

A X-T20 é a irmã mais nova da X-T2, que acaba de recolher o prémio de melhor câmara de viagens pela National Geographic, apresenta um design retro, com excelentes prestações e com menos de 400 gramas de peso.

Assenta no formato mirrorless que já expliquei aqui, que para além do tamanho reduzido e LCD reclinável, não tem o barulho do bater de espelho, tornando a câmara um elemento que passa mais desapercebido, perfeita para street photography. Dotada de wireless, permite a passagem direta para o telemóvel e posterior partilha nas redes sociais assim como o controlo remoto da câmara.

A Fujifilm apresenta uma campanha de reembolso para este Natal disponível aqui, pelo que talvez seja a altura ideal para pensar num upgrade no seu equipamento. Aproveitem enquanto ainda há stock, disponível na loja da Colorfoto.

Aproveito para partilhar o vídeo e fotos em bruto, isto é, sem qualquer edição, da sessão que foi realizada na passada quinta-feira para testar a Fujifilm X-T20, a câmara ideal para a fotografia em família.

Apresentação Fujifilm X-T20 from Pau Storch on Vimeo.

Qual é a câmara que me recomenda? Esta é uma pergunta que me fazem recorrentemente e para a qual não existe uma resposta. Consoante a utilização que será dada, vamos ter dezenas de soluções que vão das compactas, com uma concorrência cada vez mais feroz dos telemóveis, até sistemas reflex que podem custar milhares de euros. O mais recente formato a entrar nesta corrida é o formato mirrorless, um híbrido entre a compacta e a reflex, trazendo um equilíbrio para o uso amador e profissional.

Antes de entrar pelas especificações das câmaras mirrorless, deixo um pequeno vídeo que fiz, de apresentação da Fujifilm X-T20, a câmara que me parece ser a resposta acertada para 99% das pessoas que me fazem a pergunta acima. Compacta, com um design retro, uma gama de lentes excelente, a Fujinon X  com vídeo 4K e 23 mp de resolução é a resposta ideal para quem quer qualidade, facilidade de uso e material portátil, ora vejam:

Apesar de apenas se ter ouvido falar nas câmaras mirrorless no mercado de grande consumo nos últimos três anos, este formato já tem pelo menos uma década no mercado profissional, tendo feito avanços significativos para chegar à oferta que temos hoje. Marcas com a Fujifilm, Sony e Olympus apresentam soluções bastantes interessantes.

O sistema mirrorless, como o próprio nome indica, carece de um espelho, permitindo diminuir significativamente o tamanho do corpo, mas esta ausência também fez o barulho do espelho a subir e descer no momento do click desaparecer, permitido a sua utilização onde queremos passar desapercebidos, como por exemplo em street photography.

Sara sabe melhor do que ninguém o peso que temos de levar para cada sessão :-)

Mas não é só o tamanho a principal diferença entre uma mirrorless e uma reflex, o seu design retro que nos transporta ao passado, remetendo a modelos como a Canon AE-1 ou a Nikon FM2, faz com que sejam ainda mais apetitosas. 

Não nos deixemos enganar pelo tamanho e a carcaça retro, são câmaras dotadas de transferência de ficheiros por wireless para o telemóvel ou tablet, controlo remoto da câmara também através destes dispositivos, fotografia com excelente resolução, vídeo a 4K e a tecnologia mais recente de focagem e sensibilidade ISO. 

Só as características acima já fazem dela o substituto ideal das câmaras compactas e dos telemóveis, pois permitem utilizar uma vasta gama de lentes, grandes aberturas e ao mesmo tempo alimentar as nossas redes sociais sem a necessidade de um computador.

Mas nem tudo são rosas, as câmaras mirrorless apresentam um passado recente, havendo um mercado de lentes e acessórios mais reduzido que as reflex, um consumo de bateria mais elevado e no que toca a preço das lentes, não acompanha o tamanho das mesmas.

Uma vez feita a introdução a este formato, vamos ver tópico a tópico.

Tamanho

A redução do tamanho e consequentemente do peso não são apenas uma questão de portabilidade, que por si já assume um peso importante na escolha deste formato, mas traz consigo uma redução na distância entre o sensor e o encaixe de lentes

Esta distância determina a arquitetura das lentes por marca e impossibilita a utilização, através de adaptadores, de certas lentes de uma marca num corpo de outra marca. Por exemplo, a distância das Nikon F são 46,5mm e a das Canon EOS 44mm, não permitindo utilizar um adaptador de lentes Canon para Nikon (sim, todos já tivemos aquele sonho de usar a Canon 50mm f/1.0).

As boas notícias é que ao ser a distância menor, podemos através de um adaptador, utilizar as nossas lentes de formato DSLR numa mirrorless, perdendo apenas o foco automático e fazendo a devida conversão da distância focal e abertura consoante o tamanho do sensor.

Se gosta de foco manual e tem um bom espólio de lentes, procure os adaptadores e no caso de ter alguma questão, não hesite em procurar ajuda especializada.

Sensor

Muito se fala hoje em dia no tamanho do sensor, talvez até bastante mais do que se deveria, sendo na maioria dos casos um fator secundário face a outras condições a avaliar ao adquirir material. Mas voltando ao que interessa, quando falamos em distâncias focais e aberturas, podemos cair em erro ao achar que uma 50mm f/1.4 APS-C equivale a uma 50mm f/1.4 full frame.

No caso da Fujifilm X-T20, onde o sensor é um 23.6mm x 15.6mm(APS-C), uma lente 35mm f/1.4 equivale a uma 52,5mm f/2.1. Desta forma, quem vem do full frame ou de qualquer outro formato, pode assim perceber e equiparar as lentes que pretende, não caindo no erro acima mencionado. A aplicação mmCalc ajuda nessas contas.

Viewfinder

O viewfinder, ou o visor, é provavelmente a maior diferença entre uma câmara DSLR e uma mirrorless. Enquanto que a DSLR, através e um jogo de espelhos, permite-nos ver através da lente, tecnologia denominada TTL (through the lens), uma mirrorless utiliza um visor electrónico, denominado EVF.

A grande vantagem do EVF é que já vemos através do visor as condições em que vamos fotografar, através da abertura, ISO e distância focal escolhidas. Isto é excelente para quem se está a iniciar na fotografia e pode assim esquecer o fotómetro, o maior dos pesadelos nesta etapa.

O modelo X-T20 por exemplo conta com simulação de película, introduzindo as tonalidades e ruído do filme, com películas como a Provia, Velvia ou o preto e branco ACROS, e neste formato já são visíveis na pré-visualização do que vamos fotografar.

Tanto a utilização do EVF ou do LCD são possíveis, permitindo fotografar através do EVF como utilizando a câmara a uma distância maior e observar através do LCD, ideal para realizar planos em movimento em vídeo.

As desvantagens desta tecnologia são claramente o consumo de bateria e o pequeno delay entre o que se está a passar e a respectiva "filmagem" e reprodução no EVF ou LCD para quando vamos fazer o click.

Auto Foco

As câmaras DSLR utilizam a tecnologia de deteção de fase enquanto que a maioria das câmaras mirrorless utilizam foco por contraste.

A grosso modo, a focagem por deteção de fase tirar partido do espelho, dividindo a luz que entra pela objetiva num par de imagens e comparado as mesmas. Quando em foco, a luz de ambos os lados da lente converge para criar uma imagem focada. No entanto, quando não está em foco, as imagens projetadas pelos dois lados da lente não se sobrepõem, estando fora de fase.

A focagem das mirrorless por outro lado avaliam o contraste entre pixels adjacentes e vai ajustando o foco até encontrar o maior contraste possível. Esta técnica tem a desvantagem de ser mais lenta e ter maior dificuldade em condições de pouca luz que a deteção de fase.

Video

No que toca a vídeo, podemos dizer que tanto as DSLR como as mirrorless estão taco a taco. Na sua maioria grava em HD, algumas em 4K com uma qualidade impressionante. 

As mirrorless já contam também com saída HDMI, permitindo visualizar em monitor em tempo real.

É raro ver um videografo a trabalhar com DSLR e acredito que em grande parte se deve a portabilidade do material. Filmagens podem ser extenuantes, mas transportar todo o equipamento envolvido pode ser uma tarefa ainda mais ingrata. Ora vantagem que observo no tamanho reduzido é poder colocar as câmaras nos lugares mais improváveis e obter assim planos diferentes.

Wireless

Tanto as DSLR como as mirrorless contam com esta tecnologia embebida nos modelos recentes, no entanto ainda utilizo equipamento externo nas minhas Nikons D800, D3 ou D700, pois na altura do seu lançamento era um acessório.

As redes sociais são uma realidade que não podemos negar, quer para uso pessoal como profissional, com frequência vejo-me em situações onde a partilha imediata é um requisito. Se assim não fosse, o telemóvel não teria sido alvo de tanto desenvolvimento a nível óptico, no entanto e por condições físicas, nunca será possível obter imagens com um bokeh ou qualidade de foco como numa câmara.

Há outra característica importante na ligação da câmara aos dispositivos móveis, a possibilidade de controlar remotamente a câmara, permitindo filmar ou fotografar em locais improváveis, ou à distância, deixando de assustar a nossa presa.

A selfie certamente irá ganhar novos contornos com esta tecnologia, mas acima de tudo, o fotógrafo da família pode aparecer nas fotos, deixado de estar ausente no álbum de família.

No próximo sábado, dia 18 de Novembro, vou estar com a Ana Lemos do Blog Cacomãe na Colorfoto a apresentar a Fujifilm X-T20, a câmara ideal para a fotografia de família.

No vídeo a seguir a Ana apresenta algumas das características desta máquina que pode vir experimentar este Sábado. A Fujifilm conta com uma campanha de reembolso de Natal que pode consultar aqui entre outras novidades que vamos apresentar no Sábado, apareçam!

Toda a informação sobre o evento está disponível no facebook aqui.

No âmbito do 4º Congresso de Empresas DNA Cascais que abre a Semana Global do Empreendedorismo que decorre de 13 a 19 de novembro em Cascais, fui convidado a apresentar os serviços d'Os Retratistas, projecto onde desenvolvo retratos com fins profissionais, tanto para empresas como para consumidores finais.

Não é novidade para ninguém o poder que as redes sociais exercem enquanto ferramenta de influencia na sociedade, no entanto muitas vezes é minimizado o seu impacto como fator de decisão na contratação de recursos e serviços.

Basta olhar para algumas estatísticas do LinkedIn, para perceber essa importância, entre elas que 80% das leads B2B têm origem nesta rede e que em media são consumidos 10 conteúdos dessa empresa/serviço antes de ser tomada a decisão de fechar o negócio.

Mas acima de tudo, estamos a viver a era de confiança, onde há uma oferta global e o fator preço ou características do serviço já não são os únicos fatores de decisão ou de maior peso. A confiança tornou-se o pilar central da oferta e esta assenta nas pessoas.

Quando falamos de confiança, estamos a falar de psicologia, de como interpretamos um retrato, como conseguimos evidenciar pormenores que destacam qualidades positivas e colocar e mitigar elementos que são conotados como pontos fracos.

Num estudo recente concluiu-se que ao observar um retrato retiramos conclusões sobre as características da pessoa em menos de um segundo, 40 milissegundos mais concretamente. Despistando as condições de cenário e iluminação, que já por si são importantes para um bom retrato, este estudo avalia como identificamos características tais como ser extrovertido, competente, criativo, afável, maldoso, confiável e inteligente só com base em expressões faciais. 

Basta avaliar os exemplos acima para verificar que qualquer pessoa consegue identificar essas características com base na expressão. 

O fotógrafo Alfred Eisentaedt descreveu melhor do que ninguém, que um bom retrato é fazer o click com a pessoa e não com a máquina. 

Infelizmente não se da a importância necessária a o realizar um retrato para a nossa apresentação e no entanto pode ter sido o fator de decisão para hoje não estar com um emprego melhor, com novos clientes ou melhores condições.

Para obter um bom retrato, a primeira tarefa é conhecer um pouco do nosso cliente, desde o objetivo da foto, onde será aplicada e a quem queremos atrair com ela. Para o efeito a troca de e-mails inicial, uma reunião e até mesmo os primeiros instantes da sessão fotográfica são fundamentais para criar essa relação. 

Previamente à sessão devemos dar consultoria na indumentária a utilizar na sessão, pois apesar de não ser o motivo de escolha da nossa candidatura entre outras, pode ser o elemento de distração e que a classifique como rejeitada à partida. 

Voltando ao estudo, aquilo que não é assimilado nos primeiros 40 milissegundos pode não ser mais assimilado. Cores saturadas, padrões ou bijuteria em excesso podem esquivar o nosso olhar de identificar as características de confiança e automaticamente relegar o candidato ou prestador do serviço a um segundo plano. Quando ouvimos este candidato não me inspira a mesma confiança que o anterior ou o meu sexto sentido diz-me que não é a pessoa correta, são a prova que não foi possível identificar essas características.

No passado dia 30 de Outubro fizemos a cobertura do evento Estrella Damm Gastronomy Congress em Lisboa. O trabalho realizado contemplou a cobertura e retratos dos 6 Chefs convidados, somando um total de 9 estrelas Michelin.

Não é brincadeira, a Fujifilm tem uma campanha de reembolsos a vigorar de 12 de Outubro até 15 de Janeiro de 2018 onde pode vir a ter um reembolso de até 200 euros.

Consulte os termos e condições da campanha através do website da campanha. A seguir listo o equipamento disponível através da campanha, assim como o valor aplicável.

Confesso que as sessões de Natal já não me empolgavam como em anos anteriores. Apesar da procura ser grande, sentia ter esgotado as ideas para sessões em ambiente de estúdio. Já fotografei em lojas, estúdio, hotéis, procurando sempre diversificar, aportar algo novo de ano para ano. Este ano resolvi arriscar algo diferente, trazer ao imaginário das crianças aquilo que mais é associado ao Natal, graças as campanhas de comunicação de marcas e produtos: a neve.

Desafiei a Ana Lemos e as 3 C's para uma sessão e o resultado foi muito acima do que tinha em mente, ficaram radiantes com a possibilidade de ver neve, trazendo para a sessão expressões de pura alegria. Podem ver o resultado em primeira pessoa no link do blog Cacomae - http://cacomae.pt/cai-neve/

O tipo de sessão difere da típica sessão de Natal, de fundos claros, grande bokeh e posturas para o retrato, passando para fotos com um cunho mais emocional, do contacto com a neve. Os cenários vão ser de exterior e minimalistas, estando todo o foco na indumentária da família, que deve ser de inverno, para fazer sentido na foto.

A sessão contempla 10 fotos editadas e tem um custo de 90 euros, sendo executadas de 30 em 30 minutos por família. As sessões vão realizar-se dia 1 de Dezembro no Hotel Real Palácio em Lisboa.

As reservas devem ser realizadas por e-mail para sara@paustorch.com e vão obedecer a disponibilidade de horário e ordem de chegada dos pedidos.

13 e 21 de Janeiro // Cascais // 12 vagas // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

13 e 21 de Janeiro // Cascais // 12 vagas // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

AUDIÊNCIA

Entusiastas da fotografia e fotógrafos amadores que procurem assentar as noções básicas de fotografia, manipulação de uma máquina fotográfica, assim como do workflow de edição. A audiência deve estar familiarizada com uma DSLR e ter equipamento próprio e um computador portátil.

OBJETIVOS

Este workshop de nível introdutório visa introduzir os conceitos básicos de composição, enquadramento e composição. A vertente prática será realizada com a família como elemento de captação.

PROGRAMA

DIA 13

10:00 Boas-vindas

10:30 - 13:00 Teoria da fotografia e composição Almoço

14:30 - 17:00 Operar a máquina fotográfica

17:00 - 18:00 Exercícios práticos: fotos em interior 

DIA 21 

10:00 Introdução workflow digital 

11:00 - 13:00 Exercícios práticos: sessão em exterior 

 Almoço 

14:30 - 17:00 Workflow e edição de fotografia 

17:00 - 18:00 Esclarecimento de questões e avaliação de conhecimentos adquiridos

27 de Janeiro e 3 de Fevereiro // Cascais // 12 vagas // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

27 de Janeiro e 3 de Fevereiro // Cascais // 12 vagas // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

O Adobe Lightroom é um programa de edição de imagens e gestão do arquivo fotográfico, simples e intuitivo, pensado para o trabalho de fotógrafos amadores e profissionais. O software oferece tudo de que os fotógrafos precisam para organizar, aperfeiçoar e compartilhar suas imagens em um único pacote simples, organizado e intuitivo.

AUDIÊNCIA

Este workshop é de nível intermédio e destina-se a fotógrafos profissionais ou amadores que já têm conhecimentos de utilização do programa.


OBJETIVOS

O intuito deste workshop é dar uma visão global sobre os procesos de catalogação e workflow desde a importação das fotografias até à selecção final.

PROGRAMA

DIA 27

10:00 Boas-vindas

10:30 - 13:00 Introdução ao Lightroom

Almoço

14:30 - 17:00 Importação, workflow de seleção (módulo Library)

17:00 - 18:00 Exercícios práticos

DIA 3

10:00 - 12:00 Edição de fotografia (módulo Develop) 

12:00 - 13:00 Exercícios práticos Almoço 

14:30 - 16:30 Exportação e templates 

16:30 - 18:00 Módulos book, slideshow, print e web

LOCALIZAÇÃO

Nos últimos meses tirei uma série de retratos com um elemento determinante e comum a todos eles: o blackout.

A ausência de fundo altera a nossa percepção, a forma como o retratado comunica a sua imagem e destaca elementos que, de outra forma, passariam despercebidos a todos.

Essa ausência, retirando elementos de distração, permite uma melhor análise da composição, da expressão ou texturas do retratado e do seu retrato como um todo.

Permite um exercício de reflexão e auto análise sobre o que a comunicação não verbal nos diz dos retratos e dos retratados, sobretudo, nas interações sociais.

Nos próximos dia 21 de Setembro em Cascais e 9 de Outubro no Porto, terão lugar os Open days Blackout sessions. Estas sessões são precedidas de maquilhagem e terão a duração aproximada de 30 minutos de shooting. Ao longo da sessão vamos, eu e o retratado, construir retratos e desconstruir imagens seguindo este modelo.

Funcionamento: A sessão fotográfica é individual, precedida de makeup e terá apoio e aconselhamento prévio na seleção das mudas de roupa ao longo da sessão, se assim o desejar. Receberá 5 fotografias editadas em formato digital no prazo de dez dias úteis e o valor da sessão é de 125,00 euros.

Pode solicitar disponibilidade de horários ou colocar mais questões através dos contactos: info@paustorch.com ou por mensagem privada de facebook http://facebook.com/paustorchphotography/

Horários e agendamentos: As sessões individuais decorrem das 9:00 às 18:00. Cada sessão é marcada de 30 em 30 minutos, com uma duração aproximada de 30 minutos. O número de vagas são limitadas e agendadas previamente através dos contactos: info@paustorch.com ou por mensagem privada de facebook http://facebook.com/paustorchphotography/

Métodos de Pagamento: O pagamento é realizado no acto da reserva, através de referência multibanco. 

21 de Setembro Cascais: Rua da Palmeira 39, 2750-642 Cascais. Devido à sua localização no centro de Cascais, os lugares de estacionamento são muito limitados. Aconselhamos, por isto, que utilize o estacionamento pago do Cascais Villa ou o da estação, ambos a 200 metros do estúdio.

9 de Outubro Porto: Centro Empresarial do Porto, R. Eng. Ferreira Dias 161, Porto.