Quer mais visibilidade no Linkedin Quer gerar maiores leads, mais notoriedade, mais oportunidades de carreira?

O LinkedIn makeover com Pedro Caramez (www.pedrocaramez.pt) e Pau Storch (www.paustorch.com) é um processo de avaliação, aconselhamento e registo fotográfico para melhorar a performance do seu LinkedIn. 

Processo

O LinkedIn Makeover estará disponível em duas datas em Lisboa e duas no Porto, sendo agendada através de marcação prévia, em função da disponibilidade de horários e agenda. O pedido de agendamento pode ser realizado através do e-mail sara@paustorch.com.

Não se esqueça de solicitar horários, indicando a data pretendida.

Casa sessão contempla 20 minutos com o Pedro Caramez para avaliar o seu perfil e estratégia de Linkedin, e 20 minutos com a equipa de Pau Storch, para a execução da sessão fotográfica.

Previamente ao dias do makeover, o candidato deverá preencher um formulário de levantamento de perfil, permitindo à equipa realizar o levantamento necessário para poder dar um apoio na escolha da indumentária, no caso da sessão fotográfica, e recolher informação para avaliar a melhor forma de melhorar o seu perfil de LinkedIn.

Passado cinco dias úteis será disponibilizado um link para download com um vídeo com screen capture e gravação de som da análise de perfil e 3 fotos editadas, entregues em alta resolução, livre de direitos de utilização.

Local

A definir

Na passada sexta-feira estive no Baby&Kid Portugal, mostrar um pouco da combinação FujifilmProfoto com a utilização das cabeças B1X, B2 e D2, assim como diversos modificadores combinados com o air remote da Fuji com a X-T2.

Deixo alguns exemplos com colegas, fornecedores e muitos deles amigos!

A cara pode revelar muito mais do que aquilo que nós pensamos, até diria mais, pode revelar características pessoais que gostaríamos que não fossem partilhadas no nosso cv ou redes sociais.

Para poder avaliar o que transmitimos num retrato, é necessário saber interpretar as micro expressões, uma ciência precisa que já está ao alcance de muitas empresas de headhunters ou departamentos de recursos humanos.

Um estudo realizado em 2007 por Nicholas Rule e Nalini Ambady intitulado "The Face of Success: Inferences From Chief Executive Officers' Appearance Predict Company Profits.", disponível online, provou que a avaliação dos CEO's de várias empresas, com base na fotografia de perfil por um grupo restrito de pessoas, correlacionava diretamente a pontuação desta avaliação com a rentabilidade das empresas que geriam, atribuindo uma pontuação maior aos CEO's cujo empresas tinham um melhor desempenho. Há estudos semelhantes relacionados com política e educação.

AS MICRO EXPRESSÕES

Já identifiquei num post anterior as 5 regras de sucesso para um retrato no Linkedin, das quais a quarta descrevia a expressão de uma forma simples: sorrir. Procurei aqui uma ruptura com a ideia que o sorriso está associado a um comportamento menos profissional. 

O certo é que a face revela muito mais que um estado de espírito, e a micro expressão partilha mais informação que a expressão, podendo ser um fator de decisão da leitura ou não do cv.

O psicólogo Paul Ekman definiu em 7 as emoções universais, nomeadamente: repugnância, raiva, medo, tristeza, felicidade, surpresa e desprezo.

A micro expressão é uma expressão facial involuntária, que transmite emoções que estamos a vivenciar naquele momento. Ao contrário das expressões, as micro expressões, duram entre 1/15 e 1/25 de segundo e dificilmente podem ser adulteradas.

Isto significa que não são controláveis, mas apesar de não serem passíveis de serem adulteradas, podem estimuladas durante a sessão fotográfica. Isto é, se vamos tirar a fotografia preocupados com um relatório ou com alguém próximo que tem problemas, mesmo com uma expressão sorridente, será inevitável obter micro expressões de desprezo pela sessão ou o estado de espírito de tristeza.

Exemplo de um sorriso genuíno e um falso.

Nestes casos temos duas opções: adiar a sessão, o que para mim não faz sentido, ou interagir com o retratado de forma a conseguir trazer um imaginário que nos permita obter essas micro expressões em detrimento dos pensamos que o preocupam.

COMO DETECTAR AS MICRO EXPRESSÕES

A primeira imagem do post ja identifica as características de cada micro expressão, no entanto este tópico merece ser avaliado em detalhe:

Repugnância - Em conjunto com a felicidade, é das mais fáceis de identificar, já que toda a expressão se concentra entre a boca e o nariz. O nariz fica enrugado e o lábio superior fica elevado, deixando, muitas vezes, os dentes superiores a vista.

Raiva - A micro expressão da raiva concentra-se maioritariamente na parte superior do rosto, baixando e juntando a sobrancelhas enquanto franzimos a testa. O maxilar fica em tensão e separamos ligeiramente os lábios, com a mordida tensa. 

Medo - Caracteriza-se pelas sobrancelhas tensas e os olhos muito abertos, para observar melhor à nossa volta, já que o medo está associado ao perigo.

Tristeza - Apresenta sobrancelhas baixas que se juntam, subtilmente, no centro, o olhar é vago e a boca fica arqueada para baixo.

Felicidade - Provavelmente a micro expressão que melhor sabe detectar, demonstrada com os olhos brilhantes e com rugas em seus extremos exteriores e pálpebras inferiores. Quando a pessoa finge alegria, estas rugas não se formam. Também o sorriso característico, quanto mais felizes estamos, mais visível é a linha de dentes.

Surpresa - As sobrancelhas ficam levantadas e arqueadas, com olhos muito abertos, no entanto diferencia-se do medo na parte inferior do rosto, onde maxilar está relaxado e a boca aberta.

Desprezo - A parte superior do rosto pode adotar diferentes gestos, e o segredo para identificá-lo está na parte inferior do rosto; já que manifestamos uma expressão muito particular que consiste em elevar um lado da boca, formando um meio sorriso.

18 e 25 de Março // Cascais // 12 vagas // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

18 e 25 de Março // Cascais // 12 vagas // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

AUDIÊNCIA

Entusiastas da fotografia e fotógrafos amadores que procurem assentar as noções básicas de fotografia, manipulação de uma máquina fotográfica, assim como do workflow de edição. A audiência deve estar familiarizada com uma DSLR e ter equipamento próprio e um computador portátil.

OBJETIVOS

Este workshop de nível introdutório visa introduzir os conceitos básicos de composição, enquadramento e composição. A vertente prática será realizada com a família como elemento de captação.

PROGRAMA

DIA 18

10:00 Boas-vindas

10:30 - 13:00 Teoria da fotografia e composição Almoço

14:30 - 17:00 Operar a máquina fotográfica

17:00 - 18:00 Exercícios práticos: fotos em interior

DIA 25

11:00 - 12:00 Exercícios práticos: sessão em exterior

12:00 - 13:00 Introdução workflow digital

Almoço

14:30 - 17:00 Workflow e edição de fotografia 

17:00 - 18:00 Esclarecimento de questões e avaliação de conhecimentos adquiridos

LOCALIZAÇÃO


Não sei se terá sido por virem pré-formatados para Microsoft Windows, mas nos últimos meses, ao tentar formatar discos novos através do Disk Utility, tenho-me deparado com o seguinte erro:

Depois de tentar das mais diversas e variadas formas, optei por deixar o utilitário de lado e utilizar o terminal para resolver a situação. Ainda utilizei o Disk Utility para perceber quais eram os discos que pretendia formatar.

Já com a certeza que eram os discos disk4 e disk5 (muito cuidado neste ponto pois podem formatar o disco errado e perder trabalho), abri um terminal. Ao utilizar a função "diskutil list" temos acesso à lista de discos e respetivos nomes:

E através da seguinte linha de comandos forçamos a remoção do disco, escrita a zeros do boot sector e forçamos a partição:

diskutil unmountDisk force disk4

sudo dd if=/dev/zero of=/dev/disk4 bs=1024 count=1024

diskutil partitionDisk disk4 GPT JHFS+ "BCK2018A" 0g

Reforço novamente, muito cuidado com o disco onde estão a fazer as ações, validem duas e três vezes nas linhas de comando se estão a trabalhar no disco certo. O melhor será remover tos os discos excepto aquele que queremos formatar e só então iniciar o processo.

E fica o assunto resolvido:

SnapprSnappr

Não me vou alongar muito em apresentações, o Snappr para quem não conhece, é um marketplace de fotógrafos freelancers disponíveis na nossa área de residência (overseas pois claro), por especialidade, rating e preço. 

A grande ferramenta de marketing do Snappr foi criar o Snappr Photo Analyzer, uma ferramenta de análise gratuita da nossa foto de perfil para o Linkedin.

Ontem, em conversa com o Pedro Camarez, O Guru no que se trata de marketing digital, surgiu novamente em conversa esta ferramenta.

Honestamente não a vejo como uma ferramenta que faça concorrência ao meu trabalho, muito pelo contrário, é excelente para sensibilizar o público sobre alguns pontos a ter em consideração quando utilizamos uma foto para promover a nossa identidade. Assusta-me sim quando vejo pessoas obcecadas em subir a pontuação da sua foto, pois trata-se de um algoritmo, e como tal, carece da complexidade de análise do seu potencial recrutador ou cliente.

Tendo sofrido cyberbulling por manter este parecer, decidi dar uma oportunidade ao software de se defender, vamos a isso:

Opá, eu que me achava todo bonito e a comunicar com a minha foto, fiquei logo de rastos com o "suficiente" que o software me atribuiu. 

Caramba, chumbei logo na expressão facial, devia sorrir mais diz o software, mostrar os dentes e fazer covinhas, mas tudo qb, não vamos mostrar muita alegria que também não é bom diz o software. Mas não está mal, numa análise superficial e genérica, concordo.

Chumbei em composição, quis ser mais arrojado, agarrei-me à questão de ter pelo menos 60% da área da foto com a cara e artisticamente ignorei a regra dos terços. O fundo escuro parece não agradar o software, tenho as minhas reservas quanto a isto, sei que devemos usar fundos claros quando oferecemos serviços onde a transparência é crucial, mas não se torna relevante na minha profissão e muitas vezes temos o contraste necessário com a indumentária clara, trazendo mais relevância à cara.

Parece que nisto da edição é que sou bom. Tendo a foto um ligeiro tom sépia, passei com distinção no contraste, brilho, saturação e temperatura de cor (sério?). Falhei na nitidez, com uma câmara profissional e o Adobe Photoshop. Honestamente acho este quadro de análise é irrelevante e apresenta um algoritmo fraco. Obviamente não coloquem uma foto em péssimas condições de luz ou que já tenha passado "n" vezes pela compressão do Facebook ou outras ferramentas que comprimem em exagero a fotografia.

E por fim é apresentada a ferramenta, denominada o Uber dos fotógrafos (bom e barato?) e podemos pesquisar um pouco como se pede um orçamento e acedemos ao perfil dos fotógrafos mais "tcharan" em pontuação. Varri os perfils e achei que as fotos de cada um teriam menor pontuação que a minha, encontrei muitos fotógrafos de casamentos, moda e outras áreas, menos com o foco em fotos de perfil corporativas.

Quando falo de foto corporativas, não significa fatos e gravatas, um Chef apresentar-se visualmente com uma jaleca faz todo o sentido. E não acredito que o sorriso seja uma presença obrigatória, num jornalista podemos associar a seriedade do rosto ao rigor, não sendo o mesmo comunicar para procurar emprego ou dar a cara por uma estação de televisão.

Bem, vamos então desconstruir a aplicação, pois a análise de uma imagem não permite identificar um padrão, ou falhas de análise. Comecei por analisar um dos 100 retratos mais icónicos do século passado, onde o fótografo Yousef Karsh retratou Winston Churchill em Dezembro de 1941, justo pouco depois do ataque a Pearl Harbor e da entrada dos Estados Unidos na segunda guerra mundial. O estado de espírito do então Primeiro-ministro do Reino Unido e oficial do Exército Britânico, apanhado de surpresa por esta sessão, era de total indiferença para com o fotógrafo. Como forma de provocação e após ter o equipamento preparado para a fotografia, Yousef aproximou-se de Churchill pedindo desculpas e retirando o cigarro da sua boca. Esta foi a foto que resultou, de alguém agastado com a situação mas que reflete lindamente a figura histórica de quem estamos a falar.

Para meu espanto a fotografia chumbou o teste do algodão. Apesar do ar severo, teve melhor pontuação na expressão facial que eu, mas chumbou na edição onde eu passei com distinção. A elação que quero retirar aqui é que a expressão deve variar consoante o uso e audiência com quem queremos comunicar.

Não fotografo da mesma forma um recém licenciado em Direito à procura do primeiro emprego ou estágio e um advogado para uma sociedade. Na primeira situação vamos passar o escrutínio dos recursos humanos, que avaliam características como a integração em equipa, empatia e disponibilidade para aprender, enquanto no segundo caso procuramos alguém que nos defenda e resolva o nosso problema, alguém com características como a força, foco e agressividade.

Começamos a ter boas notas, mas o software analisa ponto a ponto e as notas são parciais. Não aconselho um Pikatchu de fundo, atraindo toda a atenção e obrigando enquanto lê estas palavras a voltar a olhar para a fotografia para recordar a cara do retratado.

Ufa, num retrato corporativo em ambiente de estúdio do Eng. Fernando Pinto tive pouco mais pontuação que no retrato anterior, realizado em ambiente descontraído no âmbito da fotografia de uma banda. Para mim o software falha rotundamente na análise de indumentária, fundamental para enquadrar o cv com a audiência que pesquisa. Pode parecer parvo, mas um headhunter vai entrar no perfil de um gestor de topo vestido com fato e sem gravata e num com t-shirt, mesmo que este tenha uma palete de MBA's e Doutoramentos. Está provado que em situação de currículos semelhantes, o peso da primeira impressão é fator de decisão.

I rest my case. Fui humilhado por uma miúda com um coelho num ambiente de alfazemas. Realmente ela mostrou os dentes e um sorriso aberto. Agora a sério, utilizem o software apenas como referência para avaliar pequenos detalhes, o bom senso humano ainda é bastante superior a análise de um software.

Não há nada como o primeiro impacto. Ou o sexto sentido diz-me... ou há qualquer coisa que não bate certo... Há uma série de frases que servem de muleta para justificar a escolha de um determinado perfil do LinkedIn em detrimento de outro, quando muitas vezes a formação ou experiência profissional de ambos é semelhante.

Não é novidade que a imagem tem um aspeto relevante na primeira impressão de recrutadores ou potenciais clientes que possam visitar o nosso perfil, mas esta avaliação já não é algo vago e apresenta fundamentos científicos.

A Cognição Social emerge a meados dos 70's, com o objectivo de analisar a percepção que temos de nós próprios e dos outros, e como é que essas percepções permitem avaliar o comportamento social. Estudos comprovam que através de uma foto se pode destacar vários traços de personalidade e qualidades das pessoas. Numa sociedade cada vez mais exigente em termos de imagem, a aparência física e facial está relacionada diretamente com a credibilidade, honestidade, agressividade entre outros traços de personalidade.

Não se trata de uma questão dos padrões de beleza que a publicidade dita, mas sim da atitude e dos cuidados a ter com a fotografia, motivo pelo qual criei este post onde resumo as principais dicas para melhorar a sua imagem no Linkedin.

Vamos a um pequeno teste. Se procurasse um profissional  qual dos perfis abaixo teria mais probabilidades de ser visualizado em detalhe?

Não há dúvida que seria o do Pedro, à esquerda, e não o meu. Certamente respondeu à minha pergunta sem questionar qual seria o perfil académico ou profissional. Simplesmente tomou uma opção em função da fotografia de perfil. Não sinta remorsos, o Pedro tem um excelente perfil, e a foto cumpriu a sua função. 

Então vamos a isso:

1. Fundo liso

Para obter um impacto forte e ficar na mente de quem observa o seu perfil, deve evitar distrações. Esqueça ambientes confusos e limite-se a ser fotografado com uma parede lisa como fundo ou utilizando grandes aberturas, tornando o fundo desfocado e com o mínimo de padrões.

2. Indumentária e acessórios

É comum o critério de avaliação de um retrato estar associado às emoções que o mesmo nos proporciona, assim como as memórias associadas ao momento em que foi tirada a fotografia. Temos de nos abstrair desse mecanismo de percepção e compreender o que é importante para quem avalia o perfil.

Novamente devemos evitar elementos de distração, cores saturadas, padrões, acessórios que não utilizaríamos numa entrevista ou no local de trabalho. Mesmo a maquilhagem excessiva pode ter um efeito negativo.

Pode fazer sentido utilizar uma peça de trabalho específica da sua profissão. 

3. Selfies não

Há currículos invejáveis no Linkedin mas acabam por não ser descobertos por causa da foto. Invista numa foto com um mínimo de qualidade, procure alguém que a possa tirar, libertando os braços e a expressão de quem está a realizar uma tarefa.

O exemplo do teste penso que já é autoexplicativo, mas a isto temos de acrescer a falta a de qualidade da câmara frontal.

A não ser que saiba o que está a fazer, evite o contra-luz, procure uma janela e uma parede lisa e tire partido da luz natural. 

4. Expressão

Provavelmente o ponto mais importante deste artigo e a resposta é mais simples do que parece: Sorria.

Sorria com os olhos, mostre que é uma pessoa acessível. Já lá vai o tempo em que um bom profissional era uma pessoa sisuda. 

Os RH passaram de ser uma direção que faz parte da estrutura de uma empresa para estar diretamente ligada à Administração e desempenhar um papel fundamental nos resultados, derivado da motivação das equipas. Acredite, as características de interação social são um ponto forte hoje em dia.

Procure sempre o contacto visual com a objetiva, neste caso, com o potencial cliente. Em caso de dificuldade em "contornar" a objetiva, desvie o olhar e procure a câmara, esse momento é mais natural.

5. Trabalhe a foto

Não, não estou a dizer edite a foto. Evite os famosos filtros de Instagram ou de outra app de telemóvel. Trabalhe a imagem para tirar o máximo proveito do espaço que o Linkedin nos permite utilizar. Na foto de perfil, a cara deve ocupar pelo menos 60% da área da imagem, procuramos transmitir a expressão facial e não a indumentária. 

Se achar que vale a pena contratar um profissional para trabalhar a sua imagem, não hesite em espreitar os Retratistas em www.osretratistas.com e solicitar um orçamento ou consultar os open days na página de facebook.

Fui desafiado a escolher 5 presentes para este Natal relacionadas com fotografia, para dar a amigos e familiares que tenham um gostinho especial pela fotografia.

Então, vamos a isso.

1001 Photographs you must see before you die.

No mesmo registo de outras publicações da editora, quer seja na música como no cinema, esta edição é basta, abrangendo desde 1826 até as eleições do Trump em 2016 contempla os grandes nomes da fotografia a nível global, organizados cronologicamente e enquadrados historicamente.

Encontrei a semana passada na Fnac do CascaiShopping por 17 euros, disponível online aqui.

Câmaras Mirrorless Fujifilm

Apresentação Fujifilm X-T20 from Pau Storch on Vimeo.

Não é novidade que sou fã deste formato, com uma linha de lentes e corpos excelente, permitindo adaptar ao budget e necessidades de cada um. Trabalho com a Fujifilm X-T2 e a GFX50s 

Descobri este formato e modelos para contornar o peso e dimensões do equipamento que utilizo em estúdio, permitindo ter mais fotos da minha família, viagens ou momentos onde estes modelos estão sempre num bolso ou numa mochila.

Para famílias recomendo vivamente a X-T20 que a um preço competitivo, para mim é a melhor câmara de fotografia para famílias. Tive a oportunidade de fazer uma review com a Ana Lemos e uma apresentação na Colorfoto, que podem ver aqui.

Vouchers

Tenho ao longo do ano disponíveis vouchers para sessões e workshops, tendo já em Janeiro e Fevereiro três workshops disponíveis, um de fotografia em família, com datas em Lisboa e Porto e um de edição em Adobe Lightroom, em Lisboa. Os programas estão disponíveis aqui.

As sessões encontram-se disponíveis aqui e podem ser adquiridos online, vou voucher físico ou para os que deixaram as compras para a última, em formato Acrobat PDF, podendo imprimir no trabalho ou em casa.

Impressora Canon Selphy CP1200

Em tempos alertei na página de Facebook para o risco de perder as memórias físicas da nossa família, do crescimento dos nossos filhos ou dos nossos pais. Não é assim tão difícil ver que as paredes ou mobiliário está cada vez mais despido de fotografia, circulando estas apenas nas redes sociais e desaparecendo num telemóvel dentro de uma caixa de arroz.

A Canon apresenta a Selphy CP1200  uma solução portátil, de impressão de fotografias em papel fotográfico 10x15 cm. Com ligação USB, Wi-fi, leitor de cartões SD e software para iOS e Android, torna-se a solução completa para passar as fotografias do digital para o papel.

Os consumíveis apresentam kits de 54 e 108 fotografias, que pelo formato de link ribbon, é impossível ficar sem tinteiros a meio.

Annie Leibovitz Masterclass

Vou a meio. É fascinante como nos dias que correm podemos ter acesso aos ensinamentos de uma das maiores fotógrafas de sempre, disponível online através de 14 vídeos, documentação em formato Acrobat PDF e tudo por 75 dólares. Disponível aqui, existe a possibilidade de adquirir em voucher.

Este ano vou fazer 40 anos. Está a ser um ano de mudança, de entrar nos entas, de mudança de casa, de estúdio, de equipamento de iluminação, de máquinas, de conceitos. De querer mais, mas também de cometer erros, de recomeçar, de procurar consistência e maturidade. De uma coisa estou certo, de crescer com a equipa que formei e sem a qual não chegaria aqui, que já são família, da Sara e da Raquel. Obrigado minha gente.

2017 Highlights Pau Storch from Pau Storch on Vimeo.

17 e 24 de Fevereiro // Porto // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

17 e 24 de Fevereiro // Porto // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

AUDIÊNCIA

Entusiastas da fotografia e fotógrafos amadores que procurem assentar as noções básicas de fotografia, manipulação de uma máquina fotográfica, assim como do workflow de edição. A audiência deve estar familiarizada com uma DSLR e ter equipamento próprio e um computador portátil.

OBJETIVOS

Este workshop de nível introdutório visa introduzir os conceitos básicos de composição, enquadramento e composição. A vertente prática será realizada com a família como elemento de captação.

PROGRAMA

DIA 13

10:00 Boas-vindas

10:30 - 13:00 Teoria da fotografia e composição Almoço

14:30 - 17:00 Operar a máquina fotográfica

17:00 - 18:00 Exercícios práticos: fotos em interior 

DIA 20 

10:00 Introdução workflow digital 

11:00 - 13:00 Exercícios práticos: sessão em exterior 

 Almoço 

14:30 - 17:00 Workflow e edição de fotografia 

17:00 - 18:00 Esclarecimento de questões e avaliação de conhecimentos adquiridos

Os vouchers acabam por ser um prenda original e diferente, numa época de consumo exacerbado como é o Natal, acabamos por "despachar" os familiares e amigos com a primeira coisa que identificamos com a pessoa num Centro Comercial e não necessariamente a ideal.

Este ano preparei dois workshops para Janeiro/Fevereiro, nomeadamente de introdução à fotografia e de edição em Adobe Lightroom Classic. Pode ver os programas em detalhe aqui

No workshop de introdução à fotografia vamos falar da teoria de forma minimalista e passar à pratica com exercícios de interior, com flash e exterior, assim como falar de técnicas para despertar a atenção dos mais pequenos, a escolha do spot ou dos cuidados a ter com a indumentária. Vão ser dois sábados de workshop.

O workshop de Adobe Lightroom já é completamente dedicado à edição neste software e vamos, durante dois sábados, aprofundar desde a importação e backup à exportação do álbum ou fotos para imprimir, passando pela seleção e edição.

Os vouchers de sessões fotográficas estão disponíveis para consulta aqui. Este ano resolvi criar o voucher avós, pois raramente pensamos na alegria que os avós têm de ter uma sessão dedicada a eles, com os netos, criando memórias únicas.

Os vouchers podem ser enviados em formato físico ou através de link para descarregar o pdf. Para os adquirir ou esclarecer alguma questão, deve contactar-nos através do e-mail info@paustorch.com.

Das primeiras impressões, posso dizer que estou ainda em choque, mesmo depois de ter testado a X-T2 na apresentação na Colorfoto, não é a mesma coisa sair para o terreno com ela e perceber realmente as diferenças em situações reais.

A primeira câmara do meu pai, a foto do dia que tomou a primeira cerveja e a Fujifilm X-T2.

Recentemente decidi dar o salto da Fujifilm X-T1 para a X-T2. Demorou, sempre achei que esta loucura de salta de geração em geração de um modelo do que for era um mero ato de consumismo. Em conversas com a Vera Marmelo percebi que não se tratava de um nova geração com a melhoria de algumas características, mas sim de um salto enorme, de aproximar mais ainda o formato Mirrorless das características indispensáveis de uma DSLR.

Santi, Fujifilm X-T2 com a 56mm 1.2

Vamos então ver as principais diferenças que senti entre os dois modelos. Nem vale a pena falar das características típicas deste tipo de upgrade, como a migração para o mesmo sensor da X-Pro2, a passagem de 16 para 24 megapixels, tudo num incremento de 67 gramas e 4mm em cada eixo, mantendo a mesma portabilidade.

Boost Performance Mode - apesar de incrementar o consumo de bateria, e por isso foi acrescentada a possibilidade de habilitar e desabilitar esta opção, este modo diminui o tempo de focagem de 0,08 seg. para 0,06 seg. e incremente o frame rate do EVF de 60ftps para 100fps, permitindo uma maior resposta em situações onde o timing do click é crucial.

Velocidades - a velocidade de obturador duplicar, passando de 1/4000 para 1/8000 é algo que faz a diferença para quem procura câmaras neste segmento, assim como a passagem do ISO de 6400 para 12800 (mantendo a extensão para 51200) e a compensação de exposição de -/+3EV to -/+5EV. Foi uma agradável surpresa a passagem da velocidade de sync do flash de 1/180 para 1/250. Outra boa notícia deste ano foi a saída do Air Remote da Profoto para Fuji permitindo HSS, como já vinha a ser indispensável no meu trabalho com Nikon e Canon.

Fuji X-T1

LCD Screen - apesar de fisicamente não haver grandes diferenças, mantendo o tamanho, resolução e não ser touch screen, como o da geração anterior, agora não apresenta movimento só num eixo, mas em dois, permitindo que não tenha de subir cadeiras para planos picados em portrait mode. Não, ainda não faz o modo selfies, mas também acredito que não seja algo que procuramos num modelo desta gama.

Autofoco - Levou um belo upgrade, de 49 pontos de foco para 91, quando configurada em modo de zona e 325 pontos em modo pontual. A cobertura da deteção de fase contempla uma área de 40% e a área por foco por contraste é de 65%. E aqui é onde noto a maior diferença entre os dois modelos, o tempo de focagem e precisão melhoraram substancialmente.

A Fujifilm X-T2 está disponível na Colorfoto e não se esqueçam que ainda decorre a campanha de reembolso da marca, disponível aqui.

3 Gerações

Confesso que as sessões de Natal já não me empolgavam como em anos anteriores. Apesar da procura ser grande, sentia ter esgotado as ideas para sessões em ambiente de estúdio. Já fotografei em lojas, estúdio, hotéis, procurando sempre diversificar, aportar algo novo de ano para ano. Este ano resolvi arriscar algo diferente, trazer ao imaginário das crianças aquilo que mais é associado ao Natal, graças as campanhas de comunicação de marcas e produtos: a neve.

Desafiei a Ana Lemos e as 3 C's para uma sessão e o resultado foi muito acima do que tinha em mente, ficaram radiantes com a possibilidade de ver neve, trazendo para a sessão expressões de pura alegria. Podem ver o resultado em primeira pessoa no link do blog Cacomae - http://cacomae.pt/cai-neve/

O tipo de sessão difere da típica sessão de Natal, de fundos claros, grande bokeh e posturas para o retrato, passando para fotos com um cunho mais emocional, do contacto com a neve. Os cenários vão ser de exterior e minimalistas, estando todo o foco na indumentária da família, que deve ser de inverno, para fazer sentido na foto.

A sessão contempla 10 fotos editadas e tem um custo de 90 euros, sendo executadas de 30 em 30 minutos por família. As últimas sessões vão realizar-se no dia 17 de Dezembro no Hotel Real Palácio em Lisboa.

As reservas devem ser realizadas por e-mail para sara@paustorch.com e vão obedecer a disponibilidade de horário e ordem de chegada dos pedidos.

Caso pretenda reservar o brunch, sugerimos que usem o código BRUNCH PAU STORCH e contactem diretamente com o Hotel Real Palácio através dos contactos 213 199 500 ou manuel.santos@hoteisreal.com para processar a reserva.

O Hotel tem estacionamento pago, mas que pode facilitar uma vez que se trata de uma zona central de Lisboa, morada Rua Tomás Ribeiro 115 1050-228 Lisboa - Portugal

Fez agora um ano que trabalho com a Sara Falcão, pessoa que veio estagiar para o estúdio e que hoje sabe antecipar cada passo que dou, seja a fotografar, editar ou a entrar em contacto com clientes e fornecedores.

Podia dizer mil e uma coisas sobre a capacidade vontade e talento desta miúda, mas acho que o que melhor define o que se construiu em tão pouco tempo é que parece que trabalhamos há anos, que hoje não sei como teria chegado a produzir coisas tão maravilhosas nestes últimos tempos, sem contacto com o apoio da Sara.

Se a tivesse de definir numa linha, era mais ou menos assim: Detentora de falanges enormes, viciada em gatos e t-shirts maradas, devora comida como uma equipa de futebol inteira e parece que passa fome, ouve Foo Fighters em loop e tem medo de represálias ao ouvir humor negro. Lol, é bem disposta, sempre preparada para dar o litro e tem um cuidado com o detalhe fora do normal.

Podia só ser isso, mais uma pessoa que passou pelo estúdio, mas por a, b ou c, seguiu o seu caminho, mas não, tornou-se indispensável, para além de uma assistente de topo, é uma fotógrafa, editora de mão cheia. Vão dar uma volta pelo instagram e vão ver que não minto.

Que vamos fazer para o ano? Ui, tanta coisa, elevar a fasquia, inovar mas acima de tudo, tornar esta amizade ainda mais forte. Obrigado mana <3.

O catálogo de Lightroom é desconhecido de muitos fotógrafos, passando desapercebido até o dia em que falha, perdendo-se assim horas e horas de edição ou meses de catalogação dos ficheiros, que apesar de não ser a perda dos ficheiros das fotografias, pode implicar uma perda enorme de tempo voltar a editar e catalogar todo o material.

O que é um catálogo de Lightroom?

Ao contrário do Adobe Photoshop, onde abrimos ficheiros a ficheiro as imagens e trabalhamos cada ficheiro de forma independente e toda a informação, sejam layers, metadados ou o color profile ficam embebidos no arquivo, o Adobe Photoshop Lightroom (LR) é um sistema não destrutivo, isto é, não altera os ficheiros originais das imagens (salvo em raras situações).

A esta informação devemos acrescentar todo o potencial do LR de catalogação com filtragem por coleções, cores ou estrelas, palavras-chave e alteração de metadados que não sendo exclusivos de um ficheiro, agregam sim vários para a sua filtragem. Pois bem, toda esta informação é guardada num catálogo de LR. 

O Catálogo ocupa dois ficheiros no disco ou um e uma folder no caso de ser em ambiente Windows e concentra informação sobre os ficheiros de fotos que fazem parte do mesmo, agregados através da funcionalidade de import, contempla toda a informação de catalogação e filtragem, assim como toda a informação relativa a edições realizadas no LR.

O meu LR não tem catálogos? Oiço esta frase com alguma frequência em Workshops e reforça o início deste post, há pessoas que desconhecem o catálogo. O catálogo é o chamado contexto, isto é, o LR não pode estar aberto sem ter um catálogo aberto.

O catálogo onde nos encontramos está visível na barra de topo da aplicação. Não se admire se diz Default Catalog e há meses ou anos que tem catalogado milhares de imagens no mesmo catálogo. Acontece.

Se assim for, acabamos de abrir toda um novo mundo, onde pode ter um catálogo com 300 imagens sobre um tópico (ex. viagem aos açores 2017) e não um catálogo com 30.000 imagens onde criou uma coleção intitulada viagem aos açores 2017, deixando de rogar pragas ao número limitado de keywords, de estrelas e filtros que tinha de inventar para visualizar apenas fotos daquele viagem aos açores.

Separar em catálogos

Se faz um uso a título pessoal do LR e coloca todo o material da sua família por exemplo, não faz sentido segmentar em catálogos, perdendo tempo na passagem de um para o outro e com a impossibilidade de reunir fotos de dois eventos no mesmo contexto.

Se faz um uso profissional e encontra-se na situação de ter um catálogo com 30.000, aconselho vivamente a separar os catálogos por tópico, cliente ou sessão.

Mas há forma de fazer isso sem perder todo o trabalho de catalogação e edição já realizado? Há, seleciona-se as imagens que pretende na barra inferior de pré-visualização e depois utilização a função exportar como catálogo.

Atenção ao utilizar esta funcionalidade, pois se indiciar na janela de contexto que pretende exportar os negativos, irá duplicar as imagens no disco.

Backups do catálogo

Toda esta introdução foi para chegar a este ponto. Geralmente temos os brutos com backups, com o medo de perder as fotografias, mas negligenciamos o backup dos catálogos.

Aquela janela "chata" quando vamos passar de um catálogo para outro a pedir um backup acaba por ser normalmente negligenciada, devido aos efeitos da falta de tempo nesta profissão, onde se estamos a ir para outro catálogo é porque precisamos editar algo ASAP. Para quem desconhecia o conceito de catálogo, esta questão nem se colocar, ficando já a saber que o LR relembra de fazer backups.

Outros tinham medo desta janela por questões de espaço e por nunca ter ligo a primeira linha. "Ah, pensava que fazia backups das fotos e isso eu já faço manualmente", também é uma frase que oiço com regularidade. Testar a integridade e optimizar o catálogo, são duas tarefas essencial antes de fazer o backup, que de preferência deve ser para outro disco.

Devo sempre sobrepor o backup com a última versão?

Não. Deixe duas ou três versões e vá apagando as anteriores.

Se estamos a ir ao backup é porque algo correu mal. Se já fiz backup do que correu mal por cima do backup, não há backup. A frase é horrenda, mas faz todo o sentido. Se por lapso apagar as fotos do Lightroom, perde todo o histórico de edições e, mesmo que tenha os ficheiros originais, perdeu a edição.

Ok, ignorei o tópico anterior e tenho um catálogo vazio. E agora?

Agora temos um problema. Problema com o que me defrontei esta manhã, um catálogo com meses de muito trabalho de uma amiga. O catálogo não dava erro ao abrir, tinha coleções com localizações de viagens entre outros indícios de ter tido muitas fotografias e trabalho.

Tendo esgotado opções de recuperação no LR, fui à procura de mais informação sobre a estrutura do catálogo e para a minha surpresa, é uma base de dados.

Para quem já trabalhou com bases de dados, desde um Microsoft Access a uma base de dados Oracle, já tem mais do que conhecimentos para "dar uns toques". Um ficheiro de sufixo lrcat é uma base de dados SQLite, onde renomeando o ficheiro e com um frontend podemos logo começar a realizar queries à base de dados.

Sim, isto é mesmo muito geek e nenhum fotógrafo deveria ter conhecimentos disto, por isso não se assuste se parecer chinês, procure ajuda de um amigo eng informático, vulgo instalador de sistemas operativos e anti-vírus da família e peça ajuda, pode ser que se recupere alguma coisa. Há alguma informação na internet sobre o schema e conteúdos das tabelas, assim como algumas queries. Boa sorte!

Este ano decidi tentar criar algo diferente, como já tinha explicado aqui aquando do lançamento das Sessões de Natal em Lisboa. Depois de duas datas em Lisboa, chegou a altura de levar este imaginário para o Porto.

Fiz uma primeiras sessão de testes no Horto do Campo Grande com a Ana Lemos e as C's do blog Cacomae e fiquei super entusiasmado com o efeito que a envolveria tinha nas crianças, no seu imaginário. Com base nisso obtive este resultado que não se explica em palavras.

Infelizmente por motivos logísticos tive de optar por realizar as sessões em Hotéis, onde os resultados variaram, mas felizmente para situações diferentes e não piores.

O tipo de sessão difere da típica sessão de Natal, de fundos claros, grande bokeh e posturas para o retrato, passando para fotos com um cunho mais emocional, do contacto com a neve. Os cenários vão ser minimalistas, estando todo o foco na indumentária da família, que deve ser de inverno, para fazer sentido na foto.   

A sessão contempla 10 fotos editadas e tem um custo de 90 euros, sendo executadas de 30 em 30 minutos por família. As sessões vão ser realizadas dia 8 de Dezembro na Scholé, em Matosinhos. 

As sessões vão ser realizadas no próximo dia 8 de Dezembro em Matosinhos. As reservas devem ser realizadas por e-mail para sara@magma.pt  e vão obedecer a disponibilidade de horário e ordem de chegada dos pedidos.

Um voucher, no valor integral reverte para a Associação de Solidariedade Social Mercado dos Santos.

Funcionamento:

Uma vez agendada a reserva deve proceder ao pagamento para confirmação da mesma. As reservas são mantidas até 48 horas a aguardar pagamento, ficando libertas após este período para outras famílias no caso de não ser processado o pagamento.

A seguir apresentamos a morada e respetivo mapa. Agradecemos que chegam 10 minutos antes para não haver atrasos. As foto são enviadas por link para download 6 dias úteis após as sessões.

Scholé, Rua do Godinho 618, 4450 Matosinhos

No passado sábado, realizei com Ana Lemos do Blog Cacomae a apresentação da Fujifilm X-T20 na Academia da Colorfoto, a que para mim é a câmara ideal para a fotografia em família.

A X-T20 é a irmã mais nova da X-T2, que acaba de recolher o prémio de melhor câmara de viagens pela National Geographic, apresenta um design retro, com excelentes prestações e com menos de 400 gramas de peso.

Assenta no formato mirrorless que já expliquei aqui, que para além do tamanho reduzido e LCD reclinável, não tem o barulho do bater de espelho, tornando a câmara um elemento que passa mais desapercebido, perfeita para street photography. Dotada de wireless, permite a passagem direta para o telemóvel e posterior partilha nas redes sociais assim como o controlo remoto da câmara.

A Fujifilm apresenta uma campanha de reembolso para este Natal disponível aqui, pelo que talvez seja a altura ideal para pensar num upgrade no seu equipamento. Aproveitem enquanto ainda há stock, disponível na loja da Colorfoto.

Aproveito para partilhar o vídeo e fotos em bruto, isto é, sem qualquer edição, da sessão que foi realizada na passada quinta-feira para testar a Fujifilm X-T20, a câmara ideal para a fotografia em família.

Apresentação Fujifilm X-T20 from Pau Storch on Vimeo.

Qual é a câmara que me recomenda? Esta é uma pergunta que me fazem recorrentemente e para a qual não existe uma resposta. Consoante a utilização que será dada, vamos ter dezenas de soluções que vão das compactas, com uma concorrência cada vez mais feroz dos telemóveis, até sistemas reflex que podem custar milhares de euros. O mais recente formato a entrar nesta corrida é o formato mirrorless, um híbrido entre a compacta e a reflex, trazendo um equilíbrio para o uso amador e profissional.

Antes de entrar pelas especificações das câmaras mirrorless, deixo um pequeno vídeo que fiz, de apresentação da Fujifilm X-T20, a câmara que me parece ser a resposta acertada para 99% das pessoas que me fazem a pergunta acima. Compacta, com um design retro, uma gama de lentes excelente, a Fujinon X  com vídeo 4K e 23 mp de resolução é a resposta ideal para quem quer qualidade, facilidade de uso e material portátil, ora vejam:

Apesar de apenas se ter ouvido falar nas câmaras mirrorless no mercado de grande consumo nos últimos três anos, este formato já tem pelo menos uma década no mercado profissional, tendo feito avanços significativos para chegar à oferta que temos hoje. Marcas com a Fujifilm, Sony e Olympus apresentam soluções bastantes interessantes.

O sistema mirrorless, como o próprio nome indica, carece de um espelho, permitindo diminuir significativamente o tamanho do corpo, mas esta ausência também fez o barulho do espelho a subir e descer no momento do click desaparecer, permitido a sua utilização onde queremos passar desapercebidos, como por exemplo em street photography.

Sara sabe melhor do que ninguém o peso que temos de levar para cada sessão :-)

Mas não é só o tamanho a principal diferença entre uma mirrorless e uma reflex, o seu design retro que nos transporta ao passado, remetendo a modelos como a Canon AE-1 ou a Nikon FM2, faz com que sejam ainda mais apetitosas. 

Não nos deixemos enganar pelo tamanho e a carcaça retro, são câmaras dotadas de transferência de ficheiros por wireless para o telemóvel ou tablet, controlo remoto da câmara também através destes dispositivos, fotografia com excelente resolução, vídeo a 4K e a tecnologia mais recente de focagem e sensibilidade ISO. 

Só as características acima já fazem dela o substituto ideal das câmaras compactas e dos telemóveis, pois permitem utilizar uma vasta gama de lentes, grandes aberturas e ao mesmo tempo alimentar as nossas redes sociais sem a necessidade de um computador.

Mas nem tudo são rosas, as câmaras mirrorless apresentam um passado recente, havendo um mercado de lentes e acessórios mais reduzido que as reflex, um consumo de bateria mais elevado e no que toca a preço das lentes, não acompanha o tamanho das mesmas.

Uma vez feita a introdução a este formato, vamos ver tópico a tópico.

Tamanho

A redução do tamanho e consequentemente do peso não são apenas uma questão de portabilidade, que por si já assume um peso importante na escolha deste formato, mas traz consigo uma redução na distância entre o sensor e o encaixe de lentes

Esta distância determina a arquitetura das lentes por marca e impossibilita a utilização, através de adaptadores, de certas lentes de uma marca num corpo de outra marca. Por exemplo, a distância das Nikon F são 46,5mm e a das Canon EOS 44mm, não permitindo utilizar um adaptador de lentes Canon para Nikon (sim, todos já tivemos aquele sonho de usar a Canon 50mm f/1.0).

As boas notícias é que ao ser a distância menor, podemos através de um adaptador, utilizar as nossas lentes de formato DSLR numa mirrorless, perdendo apenas o foco automático e fazendo a devida conversão da distância focal e abertura consoante o tamanho do sensor.

Se gosta de foco manual e tem um bom espólio de lentes, procure os adaptadores e no caso de ter alguma questão, não hesite em procurar ajuda especializada.

Sensor

Muito se fala hoje em dia no tamanho do sensor, talvez até bastante mais do que se deveria, sendo na maioria dos casos um fator secundário face a outras condições a avaliar ao adquirir material. Mas voltando ao que interessa, quando falamos em distâncias focais e aberturas, podemos cair em erro ao achar que uma 50mm f/1.4 APS-C equivale a uma 50mm f/1.4 full frame.

No caso da Fujifilm X-T20, onde o sensor é um 23.6mm x 15.6mm(APS-C), uma lente 35mm f/1.4 equivale a uma 52,5mm f/2.1. Desta forma, quem vem do full frame ou de qualquer outro formato, pode assim perceber e equiparar as lentes que pretende, não caindo no erro acima mencionado. A aplicação mmCalc ajuda nessas contas.

Viewfinder

O viewfinder, ou o visor, é provavelmente a maior diferença entre uma câmara DSLR e uma mirrorless. Enquanto que a DSLR, através e um jogo de espelhos, permite-nos ver através da lente, tecnologia denominada TTL (through the lens), uma mirrorless utiliza um visor electrónico, denominado EVF.

A grande vantagem do EVF é que já vemos através do visor as condições em que vamos fotografar, através da abertura, ISO e distância focal escolhidas. Isto é excelente para quem se está a iniciar na fotografia e pode assim esquecer o fotómetro, o maior dos pesadelos nesta etapa.

O modelo X-T20 por exemplo conta com simulação de película, introduzindo as tonalidades e ruído do filme, com películas como a Provia, Velvia ou o preto e branco ACROS, e neste formato já são visíveis na pré-visualização do que vamos fotografar.

Tanto a utilização do EVF ou do LCD são possíveis, permitindo fotografar através do EVF como utilizando a câmara a uma distância maior e observar através do LCD, ideal para realizar planos em movimento em vídeo.

As desvantagens desta tecnologia são claramente o consumo de bateria e o pequeno delay entre o que se está a passar e a respectiva "filmagem" e reprodução no EVF ou LCD para quando vamos fazer o click.

Auto Foco

As câmaras DSLR utilizam a tecnologia de deteção de fase enquanto que a maioria das câmaras mirrorless utilizam foco por contraste.

A grosso modo, a focagem por deteção de fase tirar partido do espelho, dividindo a luz que entra pela objetiva num par de imagens e comparado as mesmas. Quando em foco, a luz de ambos os lados da lente converge para criar uma imagem focada. No entanto, quando não está em foco, as imagens projetadas pelos dois lados da lente não se sobrepõem, estando fora de fase.

A focagem das mirrorless por outro lado avaliam o contraste entre pixels adjacentes e vai ajustando o foco até encontrar o maior contraste possível. Esta técnica tem a desvantagem de ser mais lenta e ter maior dificuldade em condições de pouca luz que a deteção de fase.

Video

No que toca a vídeo, podemos dizer que tanto as DSLR como as mirrorless estão taco a taco. Na sua maioria grava em HD, algumas em 4K com uma qualidade impressionante. 

As mirrorless já contam também com saída HDMI, permitindo visualizar em monitor em tempo real.

É raro ver um videografo a trabalhar com DSLR e acredito que em grande parte se deve a portabilidade do material. Filmagens podem ser extenuantes, mas transportar todo o equipamento envolvido pode ser uma tarefa ainda mais ingrata. Ora vantagem que observo no tamanho reduzido é poder colocar as câmaras nos lugares mais improváveis e obter assim planos diferentes.

Wireless

Tanto as DSLR como as mirrorless contam com esta tecnologia embebida nos modelos recentes, no entanto ainda utilizo equipamento externo nas minhas Nikons D800, D3 ou D700, pois na altura do seu lançamento era um acessório.

As redes sociais são uma realidade que não podemos negar, quer para uso pessoal como profissional, com frequência vejo-me em situações onde a partilha imediata é um requisito. Se assim não fosse, o telemóvel não teria sido alvo de tanto desenvolvimento a nível óptico, no entanto e por condições físicas, nunca será possível obter imagens com um bokeh ou qualidade de foco como numa câmara.

Há outra característica importante na ligação da câmara aos dispositivos móveis, a possibilidade de controlar remotamente a câmara, permitindo filmar ou fotografar em locais improváveis, ou à distância, deixando de assustar a nossa presa.

A selfie certamente irá ganhar novos contornos com esta tecnologia, mas acima de tudo, o fotógrafo da família pode aparecer nas fotos, deixado de estar ausente no álbum de família.

No próximo sábado, dia 18 de Novembro, vou estar com a Ana Lemos do Blog Cacomãe na Colorfoto a apresentar a Fujifilm X-T20, a câmara ideal para a fotografia de família.

No vídeo a seguir a Ana apresenta algumas das características desta máquina que pode vir experimentar este Sábado. A Fujifilm conta com uma campanha de reembolso de Natal que pode consultar aqui entre outras novidades que vamos apresentar no Sábado, apareçam!

Toda a informação sobre o evento está disponível no facebook aqui.

No âmbito do 4º Congresso de Empresas DNA Cascais que abre a Semana Global do Empreendedorismo que decorre de 13 a 19 de novembro em Cascais, fui convidado a apresentar os serviços d'Os Retratistas, projecto onde desenvolvo retratos com fins profissionais, tanto para empresas como para consumidores finais.

Não é novidade para ninguém o poder que as redes sociais exercem enquanto ferramenta de influencia na sociedade, no entanto muitas vezes é minimizado o seu impacto como fator de decisão na contratação de recursos e serviços.

Basta olhar para algumas estatísticas do LinkedIn, para perceber essa importância, entre elas que 80% das leads B2B têm origem nesta rede e que em media são consumidos 10 conteúdos dessa empresa/serviço antes de ser tomada a decisão de fechar o negócio.

Mas acima de tudo, estamos a viver a era de confiança, onde há uma oferta global e o fator preço ou características do serviço já não são os únicos fatores de decisão ou de maior peso. A confiança tornou-se o pilar central da oferta e esta assenta nas pessoas.

Quando falamos de confiança, estamos a falar de psicologia, de como interpretamos um retrato, como conseguimos evidenciar pormenores que destacam qualidades positivas e colocar e mitigar elementos que são conotados como pontos fracos.

Num estudo recente concluiu-se que ao observar um retrato retiramos conclusões sobre as características da pessoa em menos de um segundo, 40 milissegundos mais concretamente. Despistando as condições de cenário e iluminação, que já por si são importantes para um bom retrato, este estudo avalia como identificamos características tais como ser extrovertido, competente, criativo, afável, maldoso, confiável e inteligente só com base em expressões faciais. 

Basta avaliar os exemplos acima para verificar que qualquer pessoa consegue identificar essas características com base na expressão. 

O fotógrafo Alfred Eisentaedt descreveu melhor do que ninguém, que um bom retrato é fazer o click com a pessoa e não com a máquina. 

Infelizmente não se da a importância necessária a o realizar um retrato para a nossa apresentação e no entanto pode ter sido o fator de decisão para hoje não estar com um emprego melhor, com novos clientes ou melhores condições.

Para obter um bom retrato, a primeira tarefa é conhecer um pouco do nosso cliente, desde o objetivo da foto, onde será aplicada e a quem queremos atrair com ela. Para o efeito a troca de e-mails inicial, uma reunião e até mesmo os primeiros instantes da sessão fotográfica são fundamentais para criar essa relação. 

Previamente à sessão devemos dar consultoria na indumentária a utilizar na sessão, pois apesar de não ser o motivo de escolha da nossa candidatura entre outras, pode ser o elemento de distração e que a classifique como rejeitada à partida. 

Voltando ao estudo, aquilo que não é assimilado nos primeiros 40 milissegundos pode não ser mais assimilado. Cores saturadas, padrões ou bijuteria em excesso podem esquivar o nosso olhar de identificar as características de confiança e automaticamente relegar o candidato ou prestador do serviço a um segundo plano. Quando ouvimos este candidato não me inspira a mesma confiança que o anterior ou o meu sexto sentido diz-me que não é a pessoa correta, são a prova que não foi possível identificar essas características.