Para alguém, o teu dia é apenas outro dia normal. Para ti é um dia único e original. És o único que pode captar a tua própria história e da tua família. Ao olhar o mundo através da objetiva, faz com que tenhas consciência dos momentos especiais e memoráveis que está a viver.

Com esta introdução é apresentada a mais nova da família X da Fujifilm, mas o melhor é passar a imagens, deixo o primeiro touch & try da Ana Lemos e das filhas com a câmara.

Esta semana vais ser realizado o lançamento da câmara de gama de entrada, permitindo adquirir um kit de corpo e lente, num orçamento abaixo dos 700 euros entrar no mundo mirrorless da Fujifilm. Podem passar pela Colorfoto em Lisboa ou Porto para dar uma olhadela.

Mantendo o aspeto retro que a marca já nos habitou, com um peso de 448 grs de peso e com um revestimento metálico, mantem o formato portátil, introduzindo um ecrã inclinável em 3 eixos, permitindo o modo selfie, que não era possível nas câmaras da marca até então.

Em termos de tecnologia, apresenta um sensor APS-C de 24,2 megapixéis com o motor de processamento de imagem, mas a base desta câmara é a simplicidade, pelo que vamos deixar a matéria geek para o site da marca, podendo encontrar todas as especificações técnicas aqui.

A máquina apresenta a famosa simulação de filme, à semelhança da X-T20, permitindo obter logo na captura imagens com alto contraste e saturação e o grão, trazendo um toque especial as capturas. Acrescem novos filtros de miniatura ou de cor parcial.

A funcionalidade wireless e a respectiva app mobile, transversal à marca e que uso tanto em eventos ou para alimentar as redes sociais, mantêm-se presente, permitindo a partilha quase instantânea.

A nível de focagem, a máquina traz novidades em termos de multifocagem e deteção automática do elemento de cena, permitindo captar imagens com mais detalhe.

A compatibilidade com a gama de objetivas da família Fujinon permite que utilize as minhas lentes sem qualquer adaptador, permitindo tirar partido do material que já tenho ou para quem está a entrar neste mundo, poder realizar no futuro o upgrade do corpo e manter o investimento em objetivas.

O meu veredito é definitivamente que vale a pena. Continuo a achara a Fujifilm X-T20 a melhor máquina para fotografia de família do mercado, mas temos aqui um convite sério e apelativo em termos de investimento para realizar o upgrade. Quem quiser comparar, pode ler o meu post sobre a Fujifilm X-T20 aqui.

A semana passada publiquei este retrato da Retrato da Ana Varela, realizado durante a apresentação da nova coleção, de uma reputada marca. Rapidamente recebi feedback através de mensagens, a solicitar que queriam um igual, ao qual e com muita penha minha, tive de responder: Desculpe, não conseguimos fazer dois retratos iguais.

A resposta criou um misto de frustração com estupefação, mas afinal não era este fotógrafo um reputado retratista?

O resultado de uma fotografia é mais psicologia do que técnica. O que é certo é que mais de 80% da nossa comunicação é não verbal, portanto ficam plasmada numa fotografia, por muito que esta não tenha voz, comunica mais do que pensamos. O retrato comunica características da personalidade, o estado de espírito naquele momento, permitindo ao observador sentir a pessoa.

Toda esta magia acontece quando o retrato não é realizado em pose, mas sim capturado no meio da interação entre o fotógrafo e o modelo, motivo pelo qual respondi no plural.

A história desta foto é muito simples, era uma sexta-feira, depois de ter sido alvo de fotos para várias revistas, entrevistas para rádio e televisão, encontrei a Ana sentada num canto, claramente estafada. Ao aproximar-me o olhar transparecia o cansaço e pouca falta de vontade de tirar mais uma foto. Educada e simpática tentou sorrir, apesar do olhar cansado não acompanhar, esboçou o melhor sorriso forçado que conseguiu, demonstrando brio profissional. A alteração de expressão que deu forma a foto ocorreu quando baixei a câmara e perguntei: semana dura, não foi? O olhar de vago passou rapidamente para comunicar consentimento, a retribuir o gesto, o sorriso esvaneceu-se, relaxando e passando de uma expressão falsa para o estado real.

O primeiro desafio que temos num retrato é quebrar o muro que separa a vaidade do modelo e a nossa vontade de captar com transparência. Este modelo não se pode aplicar a campanhas comerciais, onde a imagem é um ato dirigido, mas num retrato é a sua essência, e para isso temos de acolher o modelo, reforçar a auto-estima, mostrar o caminho para que possa perder o controlo da expressão e passar a comunicar a sua essência.

Uma vez conquistada essa proximidade, temos de legitimar o bom trabalho que está a desenvolver. Esta processo já não se aplicou no retrato em causa, mas acontece na maioria dos casos, temos de mostrar os resultados que estamos a atingir juntos neste processo, para que o modelo perca o medo à objetiva. 

A semana passada tive de fotografar executivos de uma multinacional, sem qualquer background ou tempo para aprofundar uma relação com os mesmos. Num dos retratos dei de caras com um senhor triste, cansado, de olhar perdido e com pouca autoestima. Procurei incessantemente onde poderia reforçar a auto-estima. Quando pensei elogiar a indumentária, verifiquei que tinha um casaco dois ou três tamanhos acima do que seria adequado, assim como um relógio de desporto. Ousei arriscar perguntar se tinha começado a treinar e como estavam os resultados. O olhar ganhou foco e respondeu que tinha perdido 13 kgs. Rapidamente devolvi um mimo, que tinha valido a pena e que certamente iria ganhar qualidade de vida, que estava de Parabéns. Obtive a melhor expressão do dia, uma cara de orgulho e alegria.

A objetiva tem esse papel de espelho, somada ao comportamento do ser humano de inconsciente de rebaixar o seu potencial. O papel do retratista de comunicar com o modelo é fundamental, procurando elementos de proximidade, salientar características únicas, e mostrar que o melhor de nós não se encontra naquela sala, mas nas nossas ações e que estas devem ser elevadas, captando a expressão de resposta a esses estímulos.

Certamente não vou conseguir responder às expectativas dos pedidos, certamente vou ter resultados diferentes, mas que vão exprimir a essência de cada um e não projectar a beleza ou estado de ânimo de outra pessoa.

Para quem tiver mais interesse sobre este assunto, recomendo vivamente o livro The Psychological Portrait - Marcel Sternberger's revelations in photography, uma obra que compila as anotações de um dos meus retratistas favoritos.

Com o Verão chegam os grandes festivais. Nos Primavera Sound, Rock in Rio, Nos Alive, Sudoeste... seja qual for o estilo de música predominante, independentemente daqueles que vou, gosto de acompanhar o trabalho de alguns fotógrafos nacionais e ver, através do olhar de cada um, o registo das bandas, público ou backstage.

Já são vários os fotógrafos que fazem parte dessa lista que acompanho de perto, sendo o instagram um dos meus canais favoritos para andar à pesca de artistas que desconhecia. Regra geral quando abrimos os jornais, temos um registo bastante similar, de palco frontal, que pouco difere entre edições. Alguns desses registos são de fotógrafos que fazem parte dessa lista, onde certamente por motivos editoriais devem manter o formato, no entanto dão um olhar diferente nas suas redes sociais.

José Sena Goulão - Agência Lusa https://www.instagram.com/josesenagoulao/?hl=pt

Miguel Manso - Xposed e Público https://www.instagram.com/mmanso/?hl=pt

Vera Marmelo - Blog Miopia https://www.instagram.com/veramarmelo/?hl=pt

Não é novidade que a Sara Falcão, minha companheira de guerra também anda nesta luta, e que podendo vir a ser imparcial com outros fotógrafos, faz um trabalho que admiro, onde o olhar e a estética me são bastante próximos, por acompanhar diariamente.

Sara Hawkkk - https://www.instagram.com/sarahawkkk/?hl=pt

Natural de Lisboa, é Licenciada pela Lusófona em Marketing, Publicidade e Relações Públicas, com Mestrado em Marketing bla bla bla.... A fotografar desde os 13 anos, foi em 2014 que decidiu frequentar o curso de fotografia da Restart, e procurar fazer desta aventura a sua profissão.

Millenial por natureza, da linha de Sintra com orgulho, tem uma forte ligação ao Hip-Hop, tendo partilhado e crescido no meca deste género.

Ao contrário da geração anterior no Barreiro, onde a Vera Marmelo fez um trabalho excepcional a trazer em imagens o que se passa(va) na outra margem, esta nova geração está rodeada de "fotógrafos", uns a tentar fazer carreira, outros estão disponíveis apenas pelo convívio.

Neste registo vejo muito do nosso dia a dia em retratos, campanha e catálogo, mas não só, vejo também coisas diferentes, que tornam o registo único. Só quem passa por salas pequenas e de material duvidoso sabe como a matéria prima é limitada, mas mesmo assim sentimos aquela obrigação de dar bom material ao observador.

Deixo mais uma vez o insta da Sara https://www.instagram.com/sarahawkkk/?hl=pt

Dia 21 de Junho comemora-se o dia Mundial da Selfie. Não sendo nada de novo, pois já muitos fotógrafos executavam o autorretrato como forma de expressão, o termo nasceu apenas no séculos XXI, sendo uma das palavras mais pesquisadas em 2013 na internet e passando a fazer parte dos dicionários no mesmo ano.

Não há dúvida que a tecnologia e as redes sociais foram os catalisadores deste movimento de expressão, que visa humanizar a nossa comunicação, expondo a nossa localização, pessoas com quem estamos a partilhar uma atividade ou outra associação que pretendamos partilhar sobre nós.

Já é um negócio de bilhões, seja em selfie sticks, drones com algoritmos de acompanhamento, câmaras e telemóveis dedicados a este movimento, quer no negócio de influenciadores e marcas. Há já míticas selfies que vão ficar na história, como a dos oscars ou numa estação espacial. Mas nem tudo são rosas neste movimento, já é responsável por um número considerável de acidentes e distúrbios psicológicos da obsessão com o formato.

Num artigo publicado no Expresso do dia 26 de Maio de 2018, Tiago Félix da Costa, Sócio da Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados mostra bom senso com a entrada da perturbadora RGPD, que no passado dia 25 substituiu a lei em vigor sobre a proteção de dados.

Provavelmente foi a causa da maior onda de SPAM que o meu e-mail já sofreu até hoje, quando era suposto proteger o cidadão disso e posso garantir que mais da metade das newsletters que solicitam novamente o meu consentimento, não fazem parte dos meus interesses e algumas até desconheço a empresa marca ou produto.

Que sirva todo este caos para obrigar as empresas a ter maior cuidado com o consumidor mas que não tornem este processo penoso para os dois lados. Se vamos esperar que tudo seja consentido, a comunicação sofrerá uma valente derrota, e consequentemente o consumidor final.

Artigo completo em https://www.mlgts.pt/xms/files/Comunicacao/Imprensa/2018/Expresso_Protecao_de_dados_pessoais_-_haja_bom_senso_26MAI.pdf

A convite da Catarina Carreiras  uma criativa que admiro, fotografei a campanha para o novo site do supermercado do El Corte Inglês. 

Produzido pelo Studio AH-HA e pela The Hotel , a nova campanha conta com um filme, print, rádio, formatos digitais e site. 

Sendo um projecto que foge da minha zona de conforto, o retrato, foi uma experiência completamente diferente e enriquecedora, sendo o segundo trabalho realizado com a Fujifilm GFX50s, a mirrorless de medio formato que está a ganhar cada vez mais mercado no segmento profissional e contou mais uma vez com a iluminação a cargo da Profoto.

Apaixonado pelo medio formato, nunca deixei de trabalhar com a Hasselblad 500CM e com a prenda dos meus 40 anos, a Mamiya RZ67, ambas utilizadas apenas com rolo, sem recurso a um back digital.

A minha paixão pelo médio formato é bastante simples, graças a um sensor de dimensões maiores que o full Frame e já nem falo do APS-C, temos uma alteração profunda na profundidade de campo e no detalhe da imagem, onde não contam apenas os megapixels da câmara, mas a definição para preencher esses megapixels.

Há cerca de um ano tive a primeira experiência com o médio formato da Fuji, numa sessão:

Não havia dúvidas que a GFX50s permitia obter todos os benefícios do medio formato no digital, 51,4 megapixels com um riqueza de detalhe maravilhosa, resistente a poeira e a água, permite a sua utilização nos mais diversos cenários.

Seja como for, a nível profissional, quer através do trabalho que realizo em www.paustorch.com como em www.osretratistas.com tinha dois grandes problemas em migrar para este formato: o tamanho e respetivo peso do equipamento e o preço. Por muitas voltas que desse no business plan e preços de praticados no mercado, não via forma de rentabilizar o investimento no médio formato. 

A Fujifilm e a Hasselblad introduziram no mercado as primeiras mirrorless de médio formato, nomeadamente a GFX50s e a X1D, permitindo ultrapassar as duas questões acima identificadas, sendo de tamanhos reduzidos, o mesmo se aplica o investimento. Importante salientar que o investimento na Fuji é de 2/3 em relação ao da Hasselblad.

Se comparar a minha Nikon D800 com a GFX50s, começamos com menos 200 gramas na segunda, as medidas mais ou menos as mesmas e com um sensor com 15 megapixels, mas o mais importante, com maior detalhe e profundidade de campo.

Agora que já era viável entrar neste formato de cabeça ficava a questão, Hasselblad ou Fuji? A Fuji não é nenhuma novata neste formato, já tem um historial enorme no médio formato e no mirrorless tem apresentado melhorias substanciais de máquina para máquina. Tendo começado a trabalhar com a X-T1,  fiquei maravilhado com o upgrade para a X-T2, que estou em vias de trocar pela X-H1, reaproveitando a gama de objetivas, cada vez maior.

Se já tinha confiança na Fuji, apesar da câmara ser recente, outro fator para fazer esta escolha foi a aposta na investigação, através da qual já contam com uma linha de objetivas interessante, a linha GFX: a GF23mmF4 R LM WR, a GF45mmF2.8 R WR, a GF63mmF2.8 R WR, a zoom GF32-64mmF4 R LM WR e mais uma GF110mmF2 R LM WR e uma GF120mmF4 Macro R LM OIS WR.

Deixo um pequeno exemplo de uma imagem que produzi o ano passado com a GFX50s para o projecto www.asuaprocura.com e o respetivo zoom.

Para os mais cépticos deixo números http://cameradecision.com/compare/Fujifilm-GFX-50S-vs-Hasselblad-X1D 

Não é novidade, ou não deveria ser, que a fotografia de perfil diz muito sobre si. De tempos em tempos tenho acesso a estudos de um número alargado de fotos de perfil de LinkedIn, a falar sobre a local, indumentária, posição do rosto ou acessórios, no entanto deixam para trás questões tanto ou mais pertinentes como a linguagem não verbal.

Para os mais cépticos, deixo já aqui números, KPI's que não deixando de ser importantes, está provado que na maioria dos negócios, o fato chave para o seu sucesso foram os skills sociais.

Apesar dos números darem algumas direções, continuam a ser meramente indicativos, pois tirando os óculos de sol, o mesmo estudo prova que maioritariamente o género masculino não segue as estatísticas acima e ainda assim apresenta retratos com alto impacto visual.

Sorriso

Mas sorria mesmo, apesar das estatísticas apontarem para 81% das pessoas apreciarem esta características, exceptuando certos casos consoante a profissão ou a aplicação da fotografia, o sorriso é bem-vindo, desde que seja real e não um sorriso amarelo.

Cores

De acordo com a plataforma Photofeeler https://www.photofeeler.com homens com indumentária escura tem maior sucesso que vestido com roupas claras.

Corte

O corte da fotografia é fundamental consoante a aplicação. No LinkedIn é privilegiado o corte com ombros, on o rosto ocupa 40 a 60% da área da fotografia. Fotos de corpo inteiro nas redes tem uma avaliação negativa em termos de competências profissionais.

Fundo

Salvo em raras excepções, evite fundos escuros ou muito saturados, assim como procure sempre ter a fonte de luz frontal e não em contra-luz, onde damos mais destaque ao fundo que ao retratado.

Em resumo, seguindo estas indicações pode certamente melhorar os resultados obtidos na seleção do seu perfil para avaliação junto de potenciais clientes ou empregadores. Reitero que não são regras absolutas, pois consoantes a audiência, o perfil e a mensagem a passar podemos tomar decisões opostas aos conteúdos acima apresentados. Deixo algumas exemplos que provam como a avaliação de uma fotografia ou do retratado não seguem regras rigorosas.

Quer mais visibilidade no LinkedIn? Quer gerar mais leads, aumentar a sua notoriedade e criar novas oportunidades para a sua carreira?

O LinkedIn makeover com Pedro Caramez (www.pedrocaramez.pt) e Pau Storch (www.paustorch.com), é um processo de avaliação, aconselhamento e registo fotográfico para melhorar o seu desempenho no LinkedIn.

Processo

Disponibilizámos duas datas em Lisboa e duas no Porto para a realização do seu LinkedIn Makeover. A participação pode ser agendada através de marcação prévia, em função da disponibilidade de horários. Os pedidos serão efectuados com Sara Falcão, através do email makeover@paustorch.com

Não se esqueça de solicitar horários, indicando a data pretendida.

Casa sessão contempla 20 minutos com o Pedro Caramez para avaliar o seu perfil e estratégia de LinkedIn, e outros 20 minutos com a equipa de Pau Storch, para a execução da sessão fotográfica.

Previamente ao dias do LinkedIn Makeover, o candidato deverá preencher um formulário com de elementos do seu perfil, permitindo à equipa realizar o levantamento necessário para poder dar um apoio na escolha da indumentária a usar na sessão fotográfica, e recolher informação para avaliar a melhor forma de melhorar o seu perfil de LinkedIn.

O resultado do LinkedIn Makeover será entregue no prazo máximo de 5 dias úteis. Disponibilizaremos uma ligação onde poderá efectuar a descarga de uma gravação de vídeo com a apresentação do resultado da sua consulta, acompanhada por comentários efectuados pelo Pedro Caramez da análise do seu perfil. Juntamente com o vídeo, 3 fotografias da sessão com Pau Storch serão entregues devidamente editadas, em alta resolução e livres de direitos de utilização. O investimento desta ação é de 200,00€.

Local

Porto - CEP Centro Empresarial do Porto

Endereço: Rua Engenheiro Ferreira Dias 161, 4100-247 Porto


Lisboa - Tivoli Avenida Liberdade



Endereço: Av. da Liberdade 185, 1269-050 Lisboa

Na passada sexta-feira estive no Baby&Kid Portugal, mostrar um pouco da combinação FujifilmProfoto com a utilização das cabeças B1X, B2 e D2, assim como diversos modificadores combinados com o air remote da Fuji com a X-T2.

Deixo alguns exemplos com colegas, fornecedores e muitos deles amigos!

A cara pode revelar muito mais do que aquilo que nós pensamos, até diria mais, pode revelar características pessoais que gostaríamos que não fossem partilhadas no nosso cv ou redes sociais.

Para poder avaliar o que transmitimos num retrato, é necessário saber interpretar as micro expressões, uma ciência precisa que já está ao alcance de muitas empresas de headhunters ou departamentos de recursos humanos.

Um estudo realizado em 2007 por Nicholas Rule e Nalini Ambady intitulado "The Face of Success: Inferences From Chief Executive Officers' Appearance Predict Company Profits.", disponível online, provou que a avaliação dos CEO's de várias empresas, com base na fotografia de perfil por um grupo restrito de pessoas, correlacionava diretamente a pontuação desta avaliação com a rentabilidade das empresas que geriam, atribuindo uma pontuação maior aos CEO's cujo empresas tinham um melhor desempenho. Há estudos semelhantes relacionados com política e educação.

AS MICRO EXPRESSÕES

Já identifiquei num post anterior as 5 regras de sucesso para um retrato no Linkedin, das quais a quarta descrevia a expressão de uma forma simples: sorrir. Procurei aqui uma ruptura com a ideia que o sorriso está associado a um comportamento menos profissional. 

O certo é que a face revela muito mais que um estado de espírito, e a micro expressão partilha mais informação que a expressão, podendo ser um fator de decisão da leitura ou não do cv.

O psicólogo Paul Ekman definiu em 7 as emoções universais, nomeadamente: repugnância, raiva, medo, tristeza, felicidade, surpresa e desprezo.

A micro expressão é uma expressão facial involuntária, que transmite emoções que estamos a vivenciar naquele momento. Ao contrário das expressões, as micro expressões, duram entre 1/15 e 1/25 de segundo e dificilmente podem ser adulteradas.

Isto significa que não são controláveis, mas apesar de não serem passíveis de serem adulteradas, podem estimuladas durante a sessão fotográfica. Isto é, se vamos tirar a fotografia preocupados com um relatório ou com alguém próximo que tem problemas, mesmo com uma expressão sorridente, será inevitável obter micro expressões de desprezo pela sessão ou o estado de espírito de tristeza.

Exemplo de um sorriso genuíno e um falso.

Nestes casos temos duas opções: adiar a sessão, o que para mim não faz sentido, ou interagir com o retratado de forma a conseguir trazer um imaginário que nos permita obter essas micro expressões em detrimento dos pensamos que o preocupam.

COMO DETECTAR AS MICRO EXPRESSÕES

A primeira imagem do post ja identifica as características de cada micro expressão, no entanto este tópico merece ser avaliado em detalhe:

Repugnância - Em conjunto com a felicidade, é das mais fáceis de identificar, já que toda a expressão se concentra entre a boca e o nariz. O nariz fica enrugado e o lábio superior fica elevado, deixando, muitas vezes, os dentes superiores a vista.

Raiva - A micro expressão da raiva concentra-se maioritariamente na parte superior do rosto, baixando e juntando a sobrancelhas enquanto franzimos a testa. O maxilar fica em tensão e separamos ligeiramente os lábios, com a mordida tensa. 

Medo - Caracteriza-se pelas sobrancelhas tensas e os olhos muito abertos, para observar melhor à nossa volta, já que o medo está associado ao perigo.

Tristeza - Apresenta sobrancelhas baixas que se juntam, subtilmente, no centro, o olhar é vago e a boca fica arqueada para baixo.

Felicidade - Provavelmente a micro expressão que melhor sabe detectar, demonstrada com os olhos brilhantes e com rugas em seus extremos exteriores e pálpebras inferiores. Quando a pessoa finge alegria, estas rugas não se formam. Também o sorriso característico, quanto mais felizes estamos, mais visível é a linha de dentes.

Surpresa - As sobrancelhas ficam levantadas e arqueadas, com olhos muito abertos, no entanto diferencia-se do medo na parte inferior do rosto, onde maxilar está relaxado e a boca aberta.

Desprezo - A parte superior do rosto pode adotar diferentes gestos, e o segredo para identificá-lo está na parte inferior do rosto; já que manifestamos uma expressão muito particular que consiste em elevar um lado da boca, formando um meio sorriso.

18 e 25 de Março // Cascais // 12 vagas // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

18 e 25 de Março // Cascais // 12 vagas // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

AUDIÊNCIA

Entusiastas da fotografia e fotógrafos amadores que procurem assentar as noções básicas de fotografia, manipulação de uma máquina fotográfica, assim como do workflow de edição. A audiência deve estar familiarizada com uma DSLR e ter equipamento próprio e um computador portátil.

OBJETIVOS

Este workshop de nível introdutório visa introduzir os conceitos básicos de composição, enquadramento e composição. A vertente prática será realizada com a família como elemento de captação.

PROGRAMA

DIA 18

10:00 Boas-vindas

10:30 - 13:00 Teoria da fotografia e composição Almoço

14:30 - 17:00 Operar a máquina fotográfica

17:00 - 18:00 Exercícios práticos: fotos em interior

DIA 25

11:00 - 12:00 Exercícios práticos: sessão em exterior

12:00 - 13:00 Introdução workflow digital

Almoço

14:30 - 17:00 Workflow e edição de fotografia 

17:00 - 18:00 Esclarecimento de questões e avaliação de conhecimentos adquiridos

LOCALIZAÇÃO


Não sei se terá sido por virem pré-formatados para Microsoft Windows, mas nos últimos meses, ao tentar formatar discos novos através do Disk Utility, tenho-me deparado com o seguinte erro:

Depois de tentar das mais diversas e variadas formas, optei por deixar o utilitário de lado e utilizar o terminal para resolver a situação. Ainda utilizei o Disk Utility para perceber quais eram os discos que pretendia formatar.

Já com a certeza que eram os discos disk4 e disk5 (muito cuidado neste ponto pois podem formatar o disco errado e perder trabalho), abri um terminal. Ao utilizar a função "diskutil list" temos acesso à lista de discos e respetivos nomes:

E através da seguinte linha de comandos forçamos a remoção do disco, escrita a zeros do boot sector e forçamos a partição:

diskutil unmountDisk force disk4

sudo dd if=/dev/zero of=/dev/disk4 bs=1024 count=1024

diskutil partitionDisk disk4 GPT JHFS+ "BCK2018A" 0g

Reforço novamente, muito cuidado com o disco onde estão a fazer as ações, validem duas e três vezes nas linhas de comando se estão a trabalhar no disco certo. O melhor será remover tos os discos excepto aquele que queremos formatar e só então iniciar o processo.

E fica o assunto resolvido:

SnapprSnappr

Não me vou alongar muito em apresentações, o Snappr para quem não conhece, é um marketplace de fotógrafos freelancers disponíveis na nossa área de residência (overseas pois claro), por especialidade, rating e preço. 

A grande ferramenta de marketing do Snappr foi criar o Snappr Photo Analyzer, uma ferramenta de análise gratuita da nossa foto de perfil para o Linkedin.

Ontem, em conversa com o Pedro Camarez, O Guru no que se trata de marketing digital, surgiu novamente em conversa esta ferramenta.

Honestamente não a vejo como uma ferramenta que faça concorrência ao meu trabalho, muito pelo contrário, é excelente para sensibilizar o público sobre alguns pontos a ter em consideração quando utilizamos uma foto para promover a nossa identidade. Assusta-me sim quando vejo pessoas obcecadas em subir a pontuação da sua foto, pois trata-se de um algoritmo, e como tal, carece da complexidade de análise do seu potencial recrutador ou cliente.

Tendo sofrido cyberbulling por manter este parecer, decidi dar uma oportunidade ao software de se defender, vamos a isso:

Opá, eu que me achava todo bonito e a comunicar com a minha foto, fiquei logo de rastos com o "suficiente" que o software me atribuiu. 

Caramba, chumbei logo na expressão facial, devia sorrir mais diz o software, mostrar os dentes e fazer covinhas, mas tudo qb, não vamos mostrar muita alegria que também não é bom diz o software. Mas não está mal, numa análise superficial e genérica, concordo.

Chumbei em composição, quis ser mais arrojado, agarrei-me à questão de ter pelo menos 60% da área da foto com a cara e artisticamente ignorei a regra dos terços. O fundo escuro parece não agradar o software, tenho as minhas reservas quanto a isto, sei que devemos usar fundos claros quando oferecemos serviços onde a transparência é crucial, mas não se torna relevante na minha profissão e muitas vezes temos o contraste necessário com a indumentária clara, trazendo mais relevância à cara.

Parece que nisto da edição é que sou bom. Tendo a foto um ligeiro tom sépia, passei com distinção no contraste, brilho, saturação e temperatura de cor (sério?). Falhei na nitidez, com uma câmara profissional e o Adobe Photoshop. Honestamente acho este quadro de análise é irrelevante e apresenta um algoritmo fraco. Obviamente não coloquem uma foto em péssimas condições de luz ou que já tenha passado "n" vezes pela compressão do Facebook ou outras ferramentas que comprimem em exagero a fotografia.

E por fim é apresentada a ferramenta, denominada o Uber dos fotógrafos (bom e barato?) e podemos pesquisar um pouco como se pede um orçamento e acedemos ao perfil dos fotógrafos mais "tcharan" em pontuação. Varri os perfils e achei que as fotos de cada um teriam menor pontuação que a minha, encontrei muitos fotógrafos de casamentos, moda e outras áreas, menos com o foco em fotos de perfil corporativas.

Quando falo de foto corporativas, não significa fatos e gravatas, um Chef apresentar-se visualmente com uma jaleca faz todo o sentido. E não acredito que o sorriso seja uma presença obrigatória, num jornalista podemos associar a seriedade do rosto ao rigor, não sendo o mesmo comunicar para procurar emprego ou dar a cara por uma estação de televisão.

Bem, vamos então desconstruir a aplicação, pois a análise de uma imagem não permite identificar um padrão, ou falhas de análise. Comecei por analisar um dos 100 retratos mais icónicos do século passado, onde o fótografo Yousef Karsh retratou Winston Churchill em Dezembro de 1941, justo pouco depois do ataque a Pearl Harbor e da entrada dos Estados Unidos na segunda guerra mundial. O estado de espírito do então Primeiro-ministro do Reino Unido e oficial do Exército Britânico, apanhado de surpresa por esta sessão, era de total indiferença para com o fotógrafo. Como forma de provocação e após ter o equipamento preparado para a fotografia, Yousef aproximou-se de Churchill pedindo desculpas e retirando o cigarro da sua boca. Esta foi a foto que resultou, de alguém agastado com a situação mas que reflete lindamente a figura histórica de quem estamos a falar.

Para meu espanto a fotografia chumbou o teste do algodão. Apesar do ar severo, teve melhor pontuação na expressão facial que eu, mas chumbou na edição onde eu passei com distinção. A elação que quero retirar aqui é que a expressão deve variar consoante o uso e audiência com quem queremos comunicar.

Não fotografo da mesma forma um recém licenciado em Direito à procura do primeiro emprego ou estágio e um advogado para uma sociedade. Na primeira situação vamos passar o escrutínio dos recursos humanos, que avaliam características como a integração em equipa, empatia e disponibilidade para aprender, enquanto no segundo caso procuramos alguém que nos defenda e resolva o nosso problema, alguém com características como a força, foco e agressividade.

Começamos a ter boas notas, mas o software analisa ponto a ponto e as notas são parciais. Não aconselho um Pikatchu de fundo, atraindo toda a atenção e obrigando enquanto lê estas palavras a voltar a olhar para a fotografia para recordar a cara do retratado.

Ufa, num retrato corporativo em ambiente de estúdio do Eng. Fernando Pinto tive pouco mais pontuação que no retrato anterior, realizado em ambiente descontraído no âmbito da fotografia de uma banda. Para mim o software falha rotundamente na análise de indumentária, fundamental para enquadrar o cv com a audiência que pesquisa. Pode parecer parvo, mas um headhunter vai entrar no perfil de um gestor de topo vestido com fato e sem gravata e num com t-shirt, mesmo que este tenha uma palete de MBA's e Doutoramentos. Está provado que em situação de currículos semelhantes, o peso da primeira impressão é fator de decisão.

I rest my case. Fui humilhado por uma miúda com um coelho num ambiente de alfazemas. Realmente ela mostrou os dentes e um sorriso aberto. Agora a sério, utilizem o software apenas como referência para avaliar pequenos detalhes, o bom senso humano ainda é bastante superior a análise de um software.

Não há nada como o primeiro impacto. Ou o sexto sentido diz-me... ou há qualquer coisa que não bate certo... Há uma série de frases que servem de muleta para justificar a escolha de um determinado perfil do LinkedIn em detrimento de outro, quando muitas vezes a formação ou experiência profissional de ambos é semelhante.

Não é novidade que a imagem tem um aspeto relevante na primeira impressão de recrutadores ou potenciais clientes que possam visitar o nosso perfil, mas esta avaliação já não é algo vago e apresenta fundamentos científicos.

A Cognição Social emerge a meados dos 70's, com o objectivo de analisar a percepção que temos de nós próprios e dos outros, e como é que essas percepções permitem avaliar o comportamento social. Estudos comprovam que através de uma foto se pode destacar vários traços de personalidade e qualidades das pessoas. Numa sociedade cada vez mais exigente em termos de imagem, a aparência física e facial está relacionada diretamente com a credibilidade, honestidade, agressividade entre outros traços de personalidade.

Não se trata de uma questão dos padrões de beleza que a publicidade dita, mas sim da atitude e dos cuidados a ter com a fotografia, motivo pelo qual criei este post onde resumo as principais dicas para melhorar a sua imagem no Linkedin.

Vamos a um pequeno teste. Se procurasse um profissional  qual dos perfis abaixo teria mais probabilidades de ser visualizado em detalhe?

Não há dúvida que seria o do Pedro, à esquerda, e não o meu. Certamente respondeu à minha pergunta sem questionar qual seria o perfil académico ou profissional. Simplesmente tomou uma opção em função da fotografia de perfil. Não sinta remorsos, o Pedro tem um excelente perfil, e a foto cumpriu a sua função. 

Então vamos a isso:

1. Fundo liso

Para obter um impacto forte e ficar na mente de quem observa o seu perfil, deve evitar distrações. Esqueça ambientes confusos e limite-se a ser fotografado com uma parede lisa como fundo ou utilizando grandes aberturas, tornando o fundo desfocado e com o mínimo de padrões.

2. Indumentária e acessórios

É comum o critério de avaliação de um retrato estar associado às emoções que o mesmo nos proporciona, assim como as memórias associadas ao momento em que foi tirada a fotografia. Temos de nos abstrair desse mecanismo de percepção e compreender o que é importante para quem avalia o perfil.

Novamente devemos evitar elementos de distração, cores saturadas, padrões, acessórios que não utilizaríamos numa entrevista ou no local de trabalho. Mesmo a maquilhagem excessiva pode ter um efeito negativo.

Pode fazer sentido utilizar uma peça de trabalho específica da sua profissão. 

3. Selfies não

Há currículos invejáveis no Linkedin mas acabam por não ser descobertos por causa da foto. Invista numa foto com um mínimo de qualidade, procure alguém que a possa tirar, libertando os braços e a expressão de quem está a realizar uma tarefa.

O exemplo do teste penso que já é autoexplicativo, mas a isto temos de acrescer a falta a de qualidade da câmara frontal.

A não ser que saiba o que está a fazer, evite o contra-luz, procure uma janela e uma parede lisa e tire partido da luz natural. 

4. Expressão

Provavelmente o ponto mais importante deste artigo e a resposta é mais simples do que parece: Sorria.

Sorria com os olhos, mostre que é uma pessoa acessível. Já lá vai o tempo em que um bom profissional era uma pessoa sisuda. 

Os RH passaram de ser uma direção que faz parte da estrutura de uma empresa para estar diretamente ligada à Administração e desempenhar um papel fundamental nos resultados, derivado da motivação das equipas. Acredite, as características de interação social são um ponto forte hoje em dia.

Procure sempre o contacto visual com a objetiva, neste caso, com o potencial cliente. Em caso de dificuldade em "contornar" a objetiva, desvie o olhar e procure a câmara, esse momento é mais natural.

5. Trabalhe a foto

Não, não estou a dizer edite a foto. Evite os famosos filtros de Instagram ou de outra app de telemóvel. Trabalhe a imagem para tirar o máximo proveito do espaço que o Linkedin nos permite utilizar. Na foto de perfil, a cara deve ocupar pelo menos 60% da área da imagem, procuramos transmitir a expressão facial e não a indumentária. 

Se achar que vale a pena contratar um profissional para trabalhar a sua imagem, não hesite em espreitar os Retratistas em www.osretratistas.com e solicitar um orçamento ou consultar os open days na página de facebook.

Fui desafiado a escolher 5 presentes para este Natal relacionadas com fotografia, para dar a amigos e familiares que tenham um gostinho especial pela fotografia.

Então, vamos a isso.

1001 Photographs you must see before you die.

No mesmo registo de outras publicações da editora, quer seja na música como no cinema, esta edição é basta, abrangendo desde 1826 até as eleições do Trump em 2016 contempla os grandes nomes da fotografia a nível global, organizados cronologicamente e enquadrados historicamente.

Encontrei a semana passada na Fnac do CascaiShopping por 17 euros, disponível online aqui.

Câmaras Mirrorless Fujifilm

Apresentação Fujifilm X-T20 from Pau Storch on Vimeo.

Não é novidade que sou fã deste formato, com uma linha de lentes e corpos excelente, permitindo adaptar ao budget e necessidades de cada um. Trabalho com a Fujifilm X-T2 e a GFX50s 

Descobri este formato e modelos para contornar o peso e dimensões do equipamento que utilizo em estúdio, permitindo ter mais fotos da minha família, viagens ou momentos onde estes modelos estão sempre num bolso ou numa mochila.

Para famílias recomendo vivamente a X-T20 que a um preço competitivo, para mim é a melhor câmara de fotografia para famílias. Tive a oportunidade de fazer uma review com a Ana Lemos e uma apresentação na Colorfoto, que podem ver aqui.

Vouchers

Tenho ao longo do ano disponíveis vouchers para sessões e workshops, tendo já em Janeiro e Fevereiro três workshops disponíveis, um de fotografia em família, com datas em Lisboa e Porto e um de edição em Adobe Lightroom, em Lisboa. Os programas estão disponíveis aqui.

As sessões encontram-se disponíveis aqui e podem ser adquiridos online, vou voucher físico ou para os que deixaram as compras para a última, em formato Acrobat PDF, podendo imprimir no trabalho ou em casa.

Impressora Canon Selphy CP1200

Em tempos alertei na página de Facebook para o risco de perder as memórias físicas da nossa família, do crescimento dos nossos filhos ou dos nossos pais. Não é assim tão difícil ver que as paredes ou mobiliário está cada vez mais despido de fotografia, circulando estas apenas nas redes sociais e desaparecendo num telemóvel dentro de uma caixa de arroz.

A Canon apresenta a Selphy CP1200  uma solução portátil, de impressão de fotografias em papel fotográfico 10x15 cm. Com ligação USB, Wi-fi, leitor de cartões SD e software para iOS e Android, torna-se a solução completa para passar as fotografias do digital para o papel.

Os consumíveis apresentam kits de 54 e 108 fotografias, que pelo formato de link ribbon, é impossível ficar sem tinteiros a meio.

Annie Leibovitz Masterclass

Vou a meio. É fascinante como nos dias que correm podemos ter acesso aos ensinamentos de uma das maiores fotógrafas de sempre, disponível online através de 14 vídeos, documentação em formato Acrobat PDF e tudo por 75 dólares. Disponível aqui, existe a possibilidade de adquirir em voucher.

Este ano vou fazer 40 anos. Está a ser um ano de mudança, de entrar nos entas, de mudança de casa, de estúdio, de equipamento de iluminação, de máquinas, de conceitos. De querer mais, mas também de cometer erros, de recomeçar, de procurar consistência e maturidade. De uma coisa estou certo, de crescer com a equipa que formei e sem a qual não chegaria aqui, que já são família, da Sara e da Raquel. Obrigado minha gente.

2017 Highlights Pau Storch from Pau Storch on Vimeo.

17 e 24 de Fevereiro // Porto // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

17 e 24 de Fevereiro // Porto // 200 eur // Vouchers físicos disponíveis

AUDIÊNCIA

Entusiastas da fotografia e fotógrafos amadores que procurem assentar as noções básicas de fotografia, manipulação de uma máquina fotográfica, assim como do workflow de edição. A audiência deve estar familiarizada com uma DSLR e ter equipamento próprio e um computador portátil.

OBJETIVOS

Este workshop de nível introdutório visa introduzir os conceitos básicos de composição, enquadramento e composição. A vertente prática será realizada com a família como elemento de captação.

PROGRAMA

DIA 13

10:00 Boas-vindas

10:30 - 13:00 Teoria da fotografia e composição Almoço

14:30 - 17:00 Operar a máquina fotográfica

17:00 - 18:00 Exercícios práticos: fotos em interior 

DIA 20 

10:00 Introdução workflow digital 

11:00 - 13:00 Exercícios práticos: sessão em exterior 

 Almoço 

14:30 - 17:00 Workflow e edição de fotografia 

17:00 - 18:00 Esclarecimento de questões e avaliação de conhecimentos adquiridos

Os vouchers acabam por ser um prenda original e diferente, numa época de consumo exacerbado como é o Natal, acabamos por "despachar" os familiares e amigos com a primeira coisa que identificamos com a pessoa num Centro Comercial e não necessariamente a ideal.

Este ano preparei dois workshops para Janeiro/Fevereiro, nomeadamente de introdução à fotografia e de edição em Adobe Lightroom Classic. Pode ver os programas em detalhe aqui

No workshop de introdução à fotografia vamos falar da teoria de forma minimalista e passar à pratica com exercícios de interior, com flash e exterior, assim como falar de técnicas para despertar a atenção dos mais pequenos, a escolha do spot ou dos cuidados a ter com a indumentária. Vão ser dois sábados de workshop.

O workshop de Adobe Lightroom já é completamente dedicado à edição neste software e vamos, durante dois sábados, aprofundar desde a importação e backup à exportação do álbum ou fotos para imprimir, passando pela seleção e edição.

Os vouchers de sessões fotográficas estão disponíveis para consulta aqui. Este ano resolvi criar o voucher avós, pois raramente pensamos na alegria que os avós têm de ter uma sessão dedicada a eles, com os netos, criando memórias únicas.

Os vouchers podem ser enviados em formato físico ou através de link para descarregar o pdf. Para os adquirir ou esclarecer alguma questão, deve contactar-nos através do e-mail info@paustorch.com.

Das primeiras impressões, posso dizer que estou ainda em choque, mesmo depois de ter testado a X-T2 na apresentação na Colorfoto, não é a mesma coisa sair para o terreno com ela e perceber realmente as diferenças em situações reais.

A primeira câmara do meu pai, a foto do dia que tomou a primeira cerveja e a Fujifilm X-T2.

Recentemente decidi dar o salto da Fujifilm X-T1 para a X-T2. Demorou, sempre achei que esta loucura de salta de geração em geração de um modelo do que for era um mero ato de consumismo. Em conversas com a Vera Marmelo percebi que não se tratava de um nova geração com a melhoria de algumas características, mas sim de um salto enorme, de aproximar mais ainda o formato Mirrorless das características indispensáveis de uma DSLR.

Santi, Fujifilm X-T2 com a 56mm 1.2

Vamos então ver as principais diferenças que senti entre os dois modelos. Nem vale a pena falar das características típicas deste tipo de upgrade, como a migração para o mesmo sensor da X-Pro2, a passagem de 16 para 24 megapixels, tudo num incremento de 67 gramas e 4mm em cada eixo, mantendo a mesma portabilidade.

Boost Performance Mode - apesar de incrementar o consumo de bateria, e por isso foi acrescentada a possibilidade de habilitar e desabilitar esta opção, este modo diminui o tempo de focagem de 0,08 seg. para 0,06 seg. e incremente o frame rate do EVF de 60ftps para 100fps, permitindo uma maior resposta em situações onde o timing do click é crucial.

Velocidades - a velocidade de obturador duplicar, passando de 1/4000 para 1/8000 é algo que faz a diferença para quem procura câmaras neste segmento, assim como a passagem do ISO de 6400 para 12800 (mantendo a extensão para 51200) e a compensação de exposição de -/+3EV to -/+5EV. Foi uma agradável surpresa a passagem da velocidade de sync do flash de 1/180 para 1/250. Outra boa notícia deste ano foi a saída do Air Remote da Profoto para Fuji permitindo HSS, como já vinha a ser indispensável no meu trabalho com Nikon e Canon.

Fuji X-T1

LCD Screen - apesar de fisicamente não haver grandes diferenças, mantendo o tamanho, resolução e não ser touch screen, como o da geração anterior, agora não apresenta movimento só num eixo, mas em dois, permitindo que não tenha de subir cadeiras para planos picados em portrait mode. Não, ainda não faz o modo selfies, mas também acredito que não seja algo que procuramos num modelo desta gama.

Autofoco - Levou um belo upgrade, de 49 pontos de foco para 91, quando configurada em modo de zona e 325 pontos em modo pontual. A cobertura da deteção de fase contempla uma área de 40% e a área por foco por contraste é de 65%. E aqui é onde noto a maior diferença entre os dois modelos, o tempo de focagem e precisão melhoraram substancialmente.

A Fujifilm X-T2 está disponível na Colorfoto e não se esqueçam que ainda decorre a campanha de reembolso da marca, disponível aqui.

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